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Aids
Parabenizamos
a revista ISTOÉ pela excelente reportagem de capa.
Ao informar sobre as novas descobertas para o controle da
doença, a revista prestou um grande serviço
à comunidade brasileira, inclusive alimentando de esperança
os portadores do vírus, que poderão aumentar
sua expectativa de vida e com qualidade. No entanto,
gostaria de sensibilizar a imprensa para o problema que os
portadores do HIV vêm sofrendo no Piauí, onde
existem 3.200 pacientes e um precário sistema de atendimento.
Destes, 271 estão sendo submetidos a tratamento com
anti-retrovirais no Hospital de Doenças Infecto-Contagiosas
(Hdic) em Teresina. Um dos problemas mais graves é
a insuficiência de exames para dosagem da carga viral
destes pacientes. Para se ter uma idéia, seriam necessários
855 exames/ano (três para cada paciente) e são
realizados apenas 264/ano (22 testes/mês). Isso significa
dizer que os pacientes, em sua grande maioria, não
são favorecidos pelo exame e, por isso, acabam não
tomando a dose certa do coquetel, prejudicando seu estado
de saúde. Novas esperanças (ISTOÉ
1589).
Wellington Dias
Deputado federal (PT-PI)
Brasília DF
Excelente
a reportagem. É muito bom saber que um assunto tão delicado
como a Aids esteja tomando um lugar importante, como a capa,
na revista. Melhor ainda saber que estão conseguindo criar
novos medicamentos e combater este vírus que, a cada dia,
se torna mais temeroso. Continuem assim, com ótimas reportagens.
}
Mariana Fernandes Belo Horizonte – MG
ISTOÉ
mostrou de forma real a grande evolução no combate à Aids.
Em nossa realidade, hoje o Brasil é um país que pode ser comparado
aos países mais desenvolvidos quando o assunto é o resultado
da luta contra a Aids. No entanto, a lógica que explica esses
resultados satisfatórios é que a Aids é transmitida por vírus
que não escolhe raça, classe social nem a renda do seu portador,
enquanto a fome, a mortalidade infantil e a baixa educação
entre outros males que nos perseguem só atingem os pobres.
Bruno B. S. Pereira Santa Cruz do Capibaribe – PE
A
reportagem foi muito bem escrita e bastante informativa, mas
a capa foi extremamente sensacionalista: primeiro, porque
a descoberta nem é tão nova assim; segundo, a descoberta de
um anticorpo não significa que vai ser fácil fazer uma droga
que aja nesse anticorpo. Terceiro, porque essa descoberta
não dá esperança de cura para ninguém.
Lauro Eustáquio Guirlanda Belo Horizonte – MG
Editorial
Gostaria
de felicitar o redator-chefe Domingos Fraga pelo editorial
“Levantando o tapete” (ISTOÉ 1589). Mais uma vez, ISTOÉ demonstra
coragem, respeito pelos seus leitores e, principalmente, não
se curva diante do senador Antônio Carlos Magalhães.
Rubens Carllos Vieira São Paulo – SP
Ótimo
o editorial “Um ator de primeira” (ISTOÉ 1589). Acrescentemos
: a) o episódio de ser ator do presidente FHC está narrado
em O príncipe da moeda, de Gilberto Vasconcellos, com a citação,
aqui, das duas linhas finais, de Glauber Rocha, 1974 e 1979:
“Fernando Henrique é apenas um neocapitalista, um kennediano,
um entreguista”; b) desconhecimento da realidade brasileira,
principalmente como presidente da República; c) empreguismo
familiar e apadrinhamentos a grupos e banqueiros, que não
pagam o Banco Central, ou dos “doadores” do seu governo e
de sua reeleição.
José de Jesus Moares Rêgo Brasília – DF
Que
país é este, que um presidente fala com todas as letras que
é muito melhor ser ator do que governar? Então por que ele
quis continuar vendendo a alma ao diabo para ficar no poder
? Porque perdeu a capacidade de se indignar com tantas crianças
na rua, passando fome, sem a menor chance de se tornarem cidadãos
para ajudar a melhorar este país? Por que não enxerga mais
a dor dos excluídos como aprendeu na faculdade?
Ada Rúbia Brasília – DF
Pitta
É
profundamente lamentável que este lamaçal de corrupção instalado
na maior cidade do País ganhe destaque na imprensa, não pelas
denúncias feitas pelo PT, na condição de partido político,
ou outra instituição da democracia qualquer que represente
legitimamente o povo, mas sim pela denúncia da primeira-dama,
ao que parece não inspirada em nenhum sentimento patriótico,
mas sim eivada de ressentimento e objetivando vingança pessoal.
Por que só agora faz essas denúncias? E agora pelo visto,
serão esquecidos o salário mínimo, a ajuda moradia dos juízes
e a CPI do Narcotráfico. “Mulher vingativa X homem suspeito”
(ISTOÉ 1589).
Julio Carvalho Salvador – BA
Com
relação à credibilidade e à sinceridade da acusadora Nicéa
Pitta, a pergunta que se faz é a seguinte: quem pagou a estadia
de quatro meses dela em Nova York? Também, se ela já sabia
de tudo isso há tempos, por que não denunciou anos atrás.
Por que só veio denunciar agora?
Sergio Tannuri São Paulo – SP
Parabéns
e flores a Nicéa Pitta? O Brasil ainda é muito pequeno. A
senhora Nicéa Pitta só jogou o seu ex-marido aos leões, pois
não tinha mais o seu quinhão. Porém, o mais esdrúxulo deste
enredo é o sr. ACM dizer: “Mas eu, um homem tão honrado?”
O sr. ACM, se soubesse da entrevista não teria deixado a Globo
colocar no ar a parte que fala dele. Então, além de dono do
Brasil, ele também é dono da Globo?
Kleber Correia Flórida – EUA
O
Brasil vai comemorar 500 anos com festa e tudo. No entanto,
vai ficar faltando o motivo de orgulho para comemorar. De
que nos adianta viver essa ilusão utópica de que somos um
país em desenvolvimento, quando sabemos que na verdade isso
não passa de pura pretensão. Somos subdesenvolvidos sim, basta
olharmos a nossa volta e observar a total falta de respeito
daqueles que deveriam representar os interesses da sociedade.
Luiz M. de Siqueira Rio de Janeiro – RJ
Com
todo esse lodo que se aloja na Prefeitura Municipal de São
Paulo, envolvendo inclusive o âmbito federal, através do presidente
do Senado, sr. Antônio Carlos Magalhães, e a empresa de seu
genro, com o hiperfaturamento novamente apontado para as obras
da avenida Águas Espraiadas, fica então uma pergunta: O que
é, e para que serve o TCM, ou seja, o Tribunal de Contas do
Município?
Júlio Lopes São Paulo – SP
Greca
Até
parece que para participar dos primeiros escalões do governo
o indivíduo tem de ser pobre, corrupto e tudo o mais. Esse
ministro Greca – que não sei por que me faz lembrar do Dino
da Silva Sauro – deveria ter permanecido lá em seu Estado
para deleite dos seus eleitores e não ficar espalhando tentáculos
igual a um polvo por este Brasil. “Greca ao mar” (ISTOÉ 1589).
Caio Caiçaca Goiânia – GO
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