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Fotos: Alan Rodrigues    
Confira os equipamentos que ajudam o atleta
 

Tecnologia
Artefatos de vencedor
Cadu Lefevre, nosso homem na Desert Cup,
mostra como a tecnologia faz um atleta melhor
por Celso Fonseca

O paulistano Cadu Lefevre, 41 anos, adicionou ao seu currículo de façanhas esportivas o Ironman de Florianópolis, que ele completou em maio passado, depois de nadar 3,8 quilômetros, pedalar 180 e correr 42,195. Mas já fez mais. Ele e o parceiro Eduardo Sarhan foram os únicos brasileiros a participar, em 2002, do Desert Cup. Passaram 33 horas correndo – sem parar – por um percurso de 168 quilômetros pelo deserto da Jordânia, a partir da cidade de Petra. Durante o dia, a temperatura era de 36 graus e, à noite, caía para zero grau. “Não paramos para não deixar o corpo esfriar”, diz Cadu, que tem uma corretora de commodities e também atua na exportação de algodão. Para se condicionar para a Desert Cup, um dos treinos que realizou foi correr durante sete horas e meia initerruptas na Cidade Universitária, na Universidade de São Paulo, com a mochila carregada de equipamentos que usaria na prova. A tática funcionou; reduziram em 15 horas as expectativas, que inicialmente eram de 48 horas. Ele e Sarhan ficaram em 54º lugar entre 230 concorrentes. Em 1999, ele já tinha feito a Post-Marathon, em Davos, na Suíça, num percurso de 78,5 quilômetros, em que a altitude variou de 800 a 2.650 metros. Cadu também curte artefatos tecnológicos, principalmente os que ajudem no seu desempenho de atleta. Acima, ele apresenta os equipamentos que o auxiliam em sua performance.