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Tecnologia

É brincadeira

Videogame adaptado recupera esportistas

Juliane Zaché

Uma espécie de videogame sem joystick é o mais novo recurso da fisioterapia para tratar problemas nas articulações dos membros inferiores e melhorar o desempenho de esportistas. O “brinquedo” lembra uma máquina de realidade virtual. Por meio de um cinto que emite sinais infravermelhos, o aparelho reproduz na tela os movimentos feitos pelo paciente para cumprir o roteiro do jogo. Dessa forma, ele visualiza os exercícios e ganha mais confiança. O ortopedista Moisés Cohen, da Universidade Federal de São Paulo, descobriu a máquina em parques de diversão nos Estados Unidos e, após uma adaptação, deu-lhe uma nova função. “Testei na fisioterapia e deu certo”, conta. Batizado de Trazer, o equipamento é composto por uma tevê e um suporte que capta os sinais emitidos pelo cinto preso ao paciente. O aparelho também fornece informações como frequência cardíaca e pressão arterial, entre outros dados. Isso é importante para que o fisioterapeuta tenha mais controle da resposta do atleta ao treinamento. Existem quatro tipos de atividade, cada uma direcionada para determinada lesão. O tratamento virtual custa cerca de R$ 60 por sessão.



 

 

 

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