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Líder três vezes, Elane só conheceu o gosto amargo do paredão na reta final
Segunda, 31 de março de 2003, 00h05
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Divulgação/Rede Globo
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A alegria, humildade e esperança da professora de Itanhém conquistou o Brasil. O público deu a vaga na final para a baiana, que agora disputa os R$ 500 mil com Dhomini. Elane nasceu no interior da Bahia, nunca foi um "estouro" de popularidade, mas também não colecionou inimigos ou a antipatia do público. Assim, "como quem não quer nada", Elane foi avançando na disputa até chegar na final, histórico semelhante ao da amiga e também finalista Viviane. Logo de cara ela conseguiu a liderança da casa e indicou o mergulhador paranaense Emilio, que venceu o paredão contra Paulo. Nas quatro semanas seguintes, viveu num "mar de tranqüilidade", figurando como coadjuvante nas cenas de liderança, votos e paredões. Recebeu apenas dois votos, de Emilio e Andrea, que não foram suficientes para colocá-la na berlinda. Na sexta semana, foi líder pela segunda vez dentro da casa e indicou Alan, que foi eliminado no paredão por Dhomini. Duas semanas depois, Elane conseguiu a liderança pela terceira vez e desta vez indicou Sabrina, quando conseguiu formar o paredão entre o casal do BBB 3 e acabou eliminando a dançarina. As maiores dificuldades para a baiana só foram surgir nas últimas semanas, quando, surpreendentemente, seu aliado Jean a fez sentir, pela primeira vez, a tensão de participar de um paredão. Em sua terceira liderança, o massoterapeuta indicou a baiana, que disputou - e ganhou - o paredão contra Harry. Elane não teve tempo para comemorar. Na semana seguinte, já estava novamente na berlinda, desta vez com o seu "queridinho" Jean Massumi, que conquistou o coração da professora, mas não correspondeu. Elane foi parar no paredão por meio dos votos de Dhomini e do próprio Jean, mas ganhou a preferência de 67% das pessoas que votaram e tornou-se uma das três finalistas da terceira edição do Big Brother Brasil.
Aniella Vaz/Redação Terra
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