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Roth diz que jejum do Santos é significativo e espera atacantes
Quinta-feira, 10 Janeiro de 2002, 01h03

São Paulo – O técnico Celso Roth fala sobre a escola gaúcha de técnicos e o desafio de tirar o Santos da fila.

Quais as diferenças entre o Santos e outros clubes que você já trabalhou na carreira?

Roth: Cada um tem suas particularidades. A diferença principal é a ausência de conquistas. Dezoito anos de jejum é significativo.

Essa ausência de conquistas torna o desafio maior? Roth: Não. Não existe desafio maior ou menor. Às vezes, clubes grandes passam um período de tempo sem conquistas. É um ciclo. Quem sabe nós possamos quebrá-lo.

Você é um gaúcho e criou-se o estigma de escola gaúcha no futebol. Ela existe realmente ou é apenas um rótulo?

Roth: A imprensa tem a necessidade de rotular até para o público assimilar melhor e aqui não vai nenhuma crítica quanto a isso. Acho que a escola gaúcha possui suas características, mas está inserida em um contexto. Sem abrir mão da qualidade, mas com competitividade. Foi assim que a França venceu a Copa. É assim que quero o Santos.

Você acha que essa escola é mal compreendida pela imprensa?

Roth: As coisas são feitas dessa forma por interesse. No Palmeiras, o futebol foi participativo e de alta qualidade técnica. Mas não ganhamos nada. Perdemos uma semifinal (na Libertadores para o Boca Juniors), na disputa de pênaltis e quem desperdiçou as cobranças foram os craques do time (Alex e Arce). Isso parece que é esquecido. Meia-dúzia ia ao estádio apenas para me chamar de burro e, dependendo do resultado, esses passavam a ser maioria ou não. Mas a imprensa não percebeu isso.

Você quer dizer que os gritos de burro foram uma coisa plantada?

Roth: Tu que estás dizendo isso.

Não. Estou perguntando.

Roth: Não, não está. Está afirmando.

Mas o Palmeiras era um dos primeiros colocados do Campeonato Brasileiro e, mesmo assim, aconteciam os gritos de burro. Você acha que o torcedor comum, na média, entende de futebol?

Roth: Eu acho que o torcedor se preocupa se sua equipe está jogando bem. Se entende ou não de futebol não é a questão. Quem tem que entender são os profissionais Eu apenas acho que ao invés de falar do Santos você está perdendo tempo fazendo perguntas redundantes.

Sobre o Santos, então. Você diz que espera ter alternativas táticas e nesta quarta começou os treinos com bola. O que já deu para avaliar?

Roth: Temos algumas alternativas. Tenho o Paulo (Almeida), que é um volante de contenção e outros que sabem armar melhor. Tenho a alternativa do Rubens Cardoso na lateral-esquerda, além do Léo. No trabalho feito até agora, os jogadores mostraram muito interesse.

Você acredita que vai ter reposição à altura para a perda de Marcelinho e Viola?

Roth: Acredito que sim. Precisamos de três ou quatro atacantes no elenco e por enquanto, até o momento, só temos o Weldon.

L! Sportpress

 

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