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Inter promove corte nos grande salários
Sexta-feira, 29 Dezembro de 2000, 12h24

Proto Alegre - Depois de Elivélton, negociado com a Ponte Preta, os três outros jogadores com a maior remuneração no Internacional podem estar a caminho de deixar o Beira-Rio devido à nova política financeira do clube.

Ontem, o procurador de Enciso, Gilmar Veloz, esteve reunido com o presidente do Inter, Fernando Miranda, para acertar a definição dos rumos do atleta. Francisco Dambros, o procurador do lateral Denílson, cujo salário pode ser reduzido, também se reunirá em Porto Alegre com a direção colorada na semana que vem. O atacante Fabiano também pode estar deixando o clube.

Veloz disse que foi ao Beira-Rio para ouvir a direção, de quem partiu a iniciativa do encontro. Além do salário de Enciso – o volante ganha o maior salário do clube, R$ 60 mil –, a questão envolve também o aproveitamento do jogador. Mesmo sendo titular da seleção paraguaia, terminou 2000 na reserva do jovem Leandro Guerreiro, com quem o Inter já tenta antecipar a renovação de contrato.

Com a crise financeira que se abateu sobre o Beira-Rio e com a maior parte das receitas do primeiro semestre de 2001 já antecipadas, o Inter deu prioridade à contenção de gastos com a folha salarial nas renovações e decidiu propor redução de vencimentos para os jogadores que ganham mais, casos de Enciso, Elivélton e Denílson. Com Elivélton, não foi possível o acerto. O jogador não aceitou a redução salarial e se transferiu para a Ponte Preta, pelo mesmo salário que recebia no Inter.

Com Denílson a situação parece se encaminhar para o mesmo destino. O clube pretende diminuir em quase 72% os vencimentos do lateral, atualmente em R$ 42 mil mensais. Em férias em Dois Vizinhos, oeste paranaense, Denílson disse que ainda não foi procurado pelo Inter, mas que será difícil acertar a redução. Quanto às dúvidas sobre a validade jurídica de se reduzir salários, o departamento jurídico do clube ampara-se no fato de que cada contrato firmado com um jogador é independente do anterior, extinguindo-se o que havia sido estabelecido antes, inclusive a remuneração. O Inter enfrenta problemas para pagar os salários de novembro devido ao atraso no recebimento do dinheiro obtido com a venda de Lúcio ao Bayer Leverkusen. A direção espera normalizar a situação antes da volta dos atletas para a próxima temporada, em 3 de janeiro.

Zero Hora


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