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Monica Buonfiglio
COLUNA DA MONICA
Quarta-feira, 12 de maio de 2004
Canalizações espirituais inocentam o piloto dos Mamonas Assassinas

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A Revista Ti Ti Ti publicou na edição n.º 290 de 2/4/2004 por Márcia Piovesan, a matéria com o título: Oito anos depois, a reviravolta do caso: familiares do grupo musical Mamonas Assassinas brigam para provar que os culpados pela morte dos ídolos foram dos controladores da Infraero e pedem R$ 400 milhões de indenização.

Poucos sabem é que os próprios artistas inocentaram o piloto em canalizações espirituais que recebi logo após o acidente. No dia 4 de março de 1996, enquanto preparava o café da manhã na minha casa, visualizei ao meu lado esquerdo o guitarrista do conjunto Alberto, conhecido como "Bento". Com as duas mãos juntas, como numa súplica, pedia-me que falasse às pessoas que o piloto não era o culpado e que havia sido mal orientado pela Torre de Controle do Aeroporto.


No dia 24 de março de 1996 participei do programa de TV no SBT, o "Domingo Legal", de Augusto Liberato, a fim de divulgar o livro Almas Gêmeas. Ao final da entrevista, Augusto perguntou-me sobre o acidente aéreo. Falei-lhe da aparição de Bento e da orientação errada ao piloto, num período que tudo indicava o contrário. Um jornal chegou a estampar na primeira página, em letras garrafais: "Mamonas: relatório final só incrimina os pilotos - Os cinco erros primários do piloto que levaram à morte os Mamonas Assassinas."
Mas eu tinha certeza da sua inocência. Coincidentemente, no mesmo dia, fui procurada pela família do comandante do avião, Jorge Martins. A canalização foi feita no meu escritório e registrada em cartório no dia seguinte.

Leia um trecho da Canalização

Um mês depois do acidente, para aprimorar as canalizações, decidi parar totalmente a ingestão de alimentos sólidos, principalmente carne, frango e peixe. Passei a ingerir apenas líquidos. Senti que desta forma mudaria o metabolismo do meu corpo, alterando meus humores e consequentemente entrando em sintonia com o plano sutil.

Em meados do mês de abril, o piloto Jorge Martins no plano espiritual informou-me que uma pessoa ajudaria na seqüência às investigações. Foi então que conheci o jornalista Saulo Gomes, que posteriormente escreveu o livro: O Último Vôo; uma investigação sem limites, baseado nas canalizações de Monica Buonfiglio. Ele queria tanto quanto eu desvendar todos os mistérios através das informações obtidas nas entrevistas, análise dos relatórios e contato com as pessoas envolvidas.

Eu estava sofrendo muitas pressões, pois meus amigos afirmavam que eu estava errada defendendo o piloto. A opinião pública estava dividida. Algumas pessoas duvidavam da veracidade das canalizações, e diziam: - "Isso é fruto do inconsciente" -, ou - "Ela deve ser amiga dos integrantes para saber de tantos detalhes".

O maior absurdo tive de ouvir de uma repórter de um jornal paulista, dizendo achar estranho o fato de eu estar "tão interessada em inocentar o piloto". Com as investigações de Saulo, criou-se uma pressão na imprensa para que a verdade viesse à tona. A Revista Manchete em maio de 1996 publicava uma reportagem com a seguinte chamada: "Monica Buonfiglio tinha razão: o piloto não falhou sozinho na queda do avião que matou os rapazes. A verdade sobre a tragédia dos Mamonas."

No mês de outubro de 1996, a polícia pede o indiciamento de quatro controladores de vôo pelo acidente por orientações inadequadas ao piloto e co-piloto da nave acidentada. Em 16 de março de 2004, o Dr. Nilson Moreira Filho, advogado dos familiares entrou com uma ação indenizatória contra a Infraero já que encontrou 45 provas de que os responsáveis pelas mortes foram os três controladores que trabalhavam nas torres naquela noite e não o piloto. Ele entrou com outra petição na Procuradoria Geral do Estado e esta visará a denúncia pelo Ministério Público do suposto crime cometido por "imprudência, imperícia, negligência e omissão" por não terem obedecido as instruções do Ministério da Aeronáutica, podendo ser condenados a até 36 anos de prisão.

Sinto que os que já faleceram, mesmo estando em outro plano, estão entrando em contato para reagir contra as injustiças do mundo, preparando as pessoas para não serem tão presas às suas crenças. Através das canalizações é possível provar que outros mundos existem e cabe a nós desvendá-los. Tenho certeza que em um tempo não tão distante algumas pessoas terão a mesma facilidade para realizarem as canalizações espirituais.
*Canalização do Piloto Jorge Martins

Uberaba
procure Fred (1) para decifrar o que estou escrevendo
código de identificação
284 Special Pilot Learjet
1.200
800 (2)
checagem aeronave S. O. S
procurar professora primária em Casa Branca, Dona Carmem (3)
avisar Fátima (4) que Takeda, o co-piloto não teve culpa
Procurar Estêvão (5) e Antônio (6) (Bardhal)
Sr. Fernando (7), eu prezo a verdade - apelo juramento
Tenha a dignidade de falar a verdade.
90.000
bi (8)
23 (9)
Quadrado 00 (10)
Campinas (11)
12000 (12)
Jta (13) 80 (14) 0 0 9 7
S. S. S. T. T. T. (15)
aut. sic
ok
S O2 (16)
T. T. T. T. T. P. T. L-S-D
SAC
T OK
T OOO
S. H S. O. S
t. ok /000
S. O. S. S. H. S. O. S. H-E-L-P- H-E-L-P
T P O-S-R-C-A
contato
telefone (17) /aeroporto
GRU (18)
eu, Alberto (19)
cansado, não prossigo (20)
piloto automático? Visual (21)
VG VARIG (22)
telefone
92 (23)
Pr (24) comandante
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S S P O (27)
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Rose... (29)
flap top (30) 0 9 k (31)
Tp LLS (32)
(... )
Gru, Gru, e marca forte com uma seta
sangro...
Deus na sua bondade e sabedoria
guarda seus filhos, debaixo das suas asas
Podem ter 1000 no seu lado esquerdo
mais 1000 no lado direito
mas tu Senhor
eu vencerei.
(1) Fred, amigo de infância e piloto.
(2) 800 pés acima do terreno.
(3) Amiga de Jorge e a esposa.
(4) Amiga de Takeda.
(5) Estêvão: em verdade é Steven Ericksen Biniê, e seu apelido é Estêvão.
(6) Nome do patrão de Jorge.
(7) Luís Fernando Collares, Presidente dos aeronautas.
(8) Falo bita-bita, como arremetida.
(9) Na descida cruzando o FL 230.
(10) Procedimento usado quando existe congestionamento nos aeroportos. Cada quadrado tem a duração de um minuto.
(11) Determinado ponto de possível pouso em Campinas.
(12) Poderia ser a referência de horas de vôo, que eram duzentas horas.
(13) Poderia ser referência à proa.
(14) Proa 180.
(15) Serra, Serra, Serra, Torre, Torre, Torre.
(16) Procedimento de descida Charlie 2.
(17) Controle se comunica com a Torre de Guarulhos por telefone.
(18) Guarulhos.
(19) Nome de um dos controladores.
(20) Cansaço resultante de uma longa jornada.
(21) Estamos em condições visuais.
(22) VARIG (o avião que teve autorização para pouso).
(23) Proa 92.
(24) Pode ser perna (do vento).
(25) 236 nós.
(26) Nome de um dos controladores.
(27) Controle de São Paulo) APP SSP.
(28) Controle da torre de Guarulhos.
(29) Rosemberg, nome de um dos controladores de vôo.
(30) No procedimento de descida da aeronave os flaps e o trem de pouso não haviam sido acionados.
(31) Nome da pista de Guarulhos 0 9 R.
(32) Charlie 2 ILS.

Monica Buonfiglio

 
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