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Time destaca música do brasileiro Max de Castro

Max, ao centro e abaixo, entre Björk,
Shakira e Marc Anthony: o mais
quente jovem cantor-compositor.

Quinta, 27 de setembro de 2001, 19h17

Veja também:
  • Time elege Pato Fu uma das 10 melhores bandas fora dos EUA

    A revista Time resolveu abraçar a música brasileira. Na versão americana semanal, em uma lista das melhores bandas fora dos EUA escolhidas por críticos da revista, o Pato Fu ficou em oitavo lugar. Já a versão latino-americana elegeu Max de Castro como o "Mais Quente Jovem Cantor-Compositor do Brasil" - e Moreno Veloso, filho de Caetano, um iconoclasta brasileiro em sua segunda geração.

    Na matéria sobre Max, o músico de 28 anos, com um único CD na praça, Samba Raro, é descrito com uma capacidade distinta de misturar inteligentemente gêneros dispares como o samba, bossa nova, drum'n'bass, hip hop e soul com "uma música futurística que ecoa no passado". O próprio diz que sua abrangência musical lhe rende fãs na soul music, MPB e eletrônico.

    Segundo as cifras, o disco em questão vendeu a modesta quantia de 30 mil cópias. A Time brinca com os números ao dizer que Max arrecadou no ano passado US$ 70 mil com sua música - a mesma quantia que (Sean P. Diddy) Combs gasta em uma noitada de champagne. Além de uma biografia detalhada da infânca musical do artista, a revista também toca em um ponto de incômodo para a família de Max: a nunca provada acusação de que seu pai, Wilson Simonal, teria delatado amigos à polícia na época da ditatura.

    Max diz que se sente muito triste ao entrar em uma loja de CDs, encontrar álbuns de Gilberto Gil e Caetano Veloso, mas não encontrar um de seu pai: "As pessoas que escrevem sobre a história da música brasileira agem como se Simonal nunca tivesse existido. Ninguém pode calcular o preço que minha família pagou por isso", relata.

    De Castro termina dizendo que gostaria de ver um objetivo efetivado: entrar em uma loja de discos nos EUA e encontrar Samba Raro não na prateleira de World Music, mas sim ao lado de seus ídolos, como Prince e Stevie Wonder.

    Não foi a primeira vez que o cantor apareceu na edição latino-americana da revista: durante o Rock in Rio, a Time estampou Daniela Mercury em sua capa e colocou Max como uma promessa da música brasileira.

    Redação Terra

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