Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 Multimídia
 Galeria de Fotos
 Bate-papo
 Tire sua dúvida
 Especiais
 Editorias
 E-Commerce
 Economia
 Entrevista
 Finanças
 Negócios
 Seu Dinheiro
 Seções
 Editorial
 A Semana
 Mercado digital
 Mídia & Cia
 Moeda forte
 Poder
 Cartas
 Busca
 Procure outras matérias


ÍNDICE DAS BOLSAS
Clique aqui

 
 

NEGÓCIOS


Champion o Carrefour ali da esquina

Rede francesa traz ao País sua loja de bairro

OFENSIVA: depois da Champion, com 123 lojas, grupo quer lançar outra bandeira popular

O Carrefour não quer nem pensar em perder o título de líder do varejo brasileiro. Para tirar da sua cola o rival Pão de Açúcar, a rede francesa decidiu jogar justamente com as armas do concorrente. Na semana passada foi apresentada a nova marca do grupo, a Champion. O modelo será semelhante ao das lojas Pão de Açúcar, voltadas para o atendimento em bairros. Para ter preços competitivos, a previsão é que 15% dos produtos sejam de marca própria. “Queremos ser a loja mais barata do bairro”, diz Régis Croizet, diretor do grupo. A nova rede já começa com 123 lojas, espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Distrito Federal. Todas são resultado de aquisições feitas pela empresa nos últimos anos. A partir do ano que vem, segundo Croizet, a tendência para a expansão da bandeira será a construção de novas unidades, não mais a aquisição de outras marcas. “A não ser que apareça um bom negócio”, avisa.

A rede francesa, segundo maior grupo varejista no mundo, não pretende ficar apenas na marca Champion. Executivos da matriz estão no Brasil fazendo os primeiros estudos para trazer uma outra bandeira popular, chamada Dia. É um modelo com lojas pequenas, com poucas marcas para cada produto e com grande quantidade de itens com descontos. A rede já está em países da Europa, instalou-se recentemente na Argentina e poderá ser uma das próximas apostas no mercado brasileiro.

LEIA MAIS


Jantando com Gerber
A página virada de Bardella
Alta combustão
Reforma na Andersen
   
Champion o Carrefour ali da esquina
A nova geração DM9
   
A crise do cinto
   
A tacada de mestre da Gradiente
   
A casa dos Gucci
   
Brasil dita a moda nos EUA
   
A ofensiva da belga Solvay
   
A Orlando caipira
   
Vidigal vai à forra
   
Visteon âncora no polêmico porto Seco
   

ENQUETE

O governo deve investir:

Na estabilidade econômica
Nas áreas sociais
Em infra-estrutura (água e energia)

Resultados Parciais

 
FÓRUM

A maioria das empresas não usa o salário mínimo como critério de remuneração na hora de contratar funcionários ou conceder aumentos. Apesar disso, as centrais sindicais continuam lutando por reajustes do mínimo. Você acha que ele deveria ser extinto?
Por quê?

EDIÇÕES ANTERIORES
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE CONOSCO
ASSINE A NEWSLETTER

 

© Copyright 1996/2000 Editora Três