Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 Multimídia
 Galeria de Fotos
 Bate-papo
 Tire sua dúvida
 Especiais
 Editorias
 E-Commerce
 Economia
 Entrevista
 Finanças
 Negócios
 Seu Dinheiro
 Seções
 Editorial
 A Semana
 Mercado digital
 Mídia & Cia
 Moeda forte
 Poder
 Cartas
 Busca
 Procure outras matérias


ÍNDICE DAS BOLSAS
Clique aqui

 
 

NEGÓCIOS


Alta combustão

Os efeitos no mercado brasileiro do casamento da Chevron com Texaco

Luciano Dias

Maria Di Andrea Hagge
Sinergia: o diretor da Texaco, Jaime Plentz, diz que as principais vantagens estarão nas atividades ligadas à exploração e produção de óleo e gás

A primeira gota de petróleo nacional da Chevron/Texaco deve sair do mar no primeiro trimestre de 2001, quando começa a perfuração de um dos blocos da Bacia de Campos. Este é apenas um dos movimentos no País da gigante mundial do petróleo que nasceu na semana passada depois que a Chevron desembolsou US$ 45,4 bilhões para levar ações e dívidas da Texaco. No Brasil, a união das petroleiras cria a segunda maior companhia no segmento de upstream (atividade que vai da exploração à produção de óleo e gás), com concessões em 11 blocos. Mais: dá origem a uma potência no setor de lubrificantes e a uma forte representante do varejo de combustíveis. Os executivos locais, no entanto, preferem a cautela. “Teremos uma sinergia grande na área de exploração, pois ambas as empresas detêm tecnologia de ponta em águas profundas”, diz Jaime Plentz, vice-presidente de operações da Texaco do Brasil. “Nas outras atividades, como lubrificantes e varejo, ainda é cedo para avaliar o efeito das mudanças.”

União de peso
Acordo de US$ 45,4 bilhões

Apesar da calmaria aparente, as duas empresas vão preparando silenciosamente estratégias de ataque em todos os campos. Para os analistas de mercado, a Chevron/Texaco terá, por exemplo, combustível extra para a aquisição de novos blocos de exploração, nas próximas licitações que a Agência Nacional de Petróleo deverá promover no ano que vem. “E a estratégia de aquisição dos blocos pode acabar influenciando a expansão da rede de varejo”, diz Carlos Eduardo Domingues, da Expetro – consultoria internacional especializada em petróleo e gás. Segundo ele, novos postos deverão ser instalados em áreas próximas aos poços produtores do grupo. “É uma tendência mundial e gera uma economia considerável na logística.” Hoje, os 3 mil postos de bandeira Texaco estão concentrados nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sul do País. A intenção seria explorar com força a região Sudeste. Novamente o diretor Plentz revela cautela. “Depende muito do comportamento do mercado e da atuação dos aventureiros.”

A Chevron tem uma fábrica de aditivos para lubrificantes em São Paulo e a Texaco é uma das líderes do setor com 21,8% do mercado nacional. “Neste campo, estamos estudando o desenvolvimento de novas tecnologias, que tornariam nossos produtos mais competitivos”, revela Plentz. Quanto à anunciada guilhotina, que deve eliminar quatro mil dos 57 mil postos de trabalho no mundo, o executivo diz que o Brasil será poupado. “Temos cerca de 1,2 mil empregados e não acredito que haverá demissão. Pelo contrário. No setor de upstream teremos de contratar, pois é uma área em franca expansão.”

LEIA MAIS


Jantando com Gerber
A página virada de Bardella
Alta combustão
Reforma na Andersen
   
Champion o Carrefour ali da esquina
A nova geração DM9
   
A crise do cinto
   
A tacada de mestre da Gradiente
   
A casa dos Gucci
   
Brasil dita a moda nos EUA
   
A ofensiva da belga Solvay
   
A Orlando caipira
   
Vidigal vai à forra
   
Visteon âncora no polêmico porto Seco
   

ENQUETE

O governo deve investir:

Na estabilidade econômica
Nas áreas sociais
Em infra-estrutura (água e energia)

Resultados Parciais

 
FÓRUM

A maioria das empresas não usa o salário mínimo como critério de remuneração na hora de contratar funcionários ou conceder aumentos. Apesar disso, as centrais sindicais continuam lutando por reajustes do mínimo. Você acha que ele deveria ser extinto?
Por quê?

EDIÇÕES ANTERIORES
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE CONOSCO
ASSINE A NEWSLETTER

 

© Copyright 1996/2000 Editora Três