Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 Fique por dentro
 Multimídia
 Bate-papo
 Especiais
 Divirta-se
 Testes
 Glossário
 Astrologia
 Editorias
 O custo da guerra
 E-Commerce
 Economia
 Entrevista
 Finanças
 Negócios
 Seu Dinheiro
 Seções
 Editorial
 A Semana
 Cobiça
 Mercado digital
 Mídia & Cia
 Moeda forte
 Poder
 Cartas
 Busca
 Procure outras matérias
 
 
 
 
 
ENTREVISTA

Sexta-feira, 9 de Março de 2001

AS LIÇÕES DE VIDA E DE NEGÓCIO
DO DR. OLAVO SETÚBAL

Foto: Ciete Silvério

O patriarca e fundador de um dos maiores grupos
do País revela idéias e conceitos construídos em mais
de 50 anos de trajetória empresarial e política

Aos 77 anos, o paulistano Olavo Egydio Setubal é uma figura incomum entre os representantes da estirpe dos banqueiros brasileiros clássicos. Como eles, a partir de uma pequena casa bancária, consolidou um grande grupo cujas ramificações se estenderam por diversos setores da economia. Mas, ao contrário de muitos de seus pares, Setubal já era um industrial de peso quando começou no setor financeiro. Ele manteve a gestão do grupo e passou o bastão para a segunda geração sem os conflitos típicos desses momentos em empresas familiares. Criou seu primeiro negócio em 1947, a fabricante de louças e metais sanitários Deca. A partir de 1959, conciliou a atividade industrial com a atuação como banqueiro, transformando em potência o pequeno Banco Federal de Crédito após uma série de fusões e incorporações. Hoje, debaixo da holding que controla o grupo, a Itaúsa, estão abrigadas companhias como a Duratex e a Itautec Philco. A estrela mais brilhante, porém, é o Banco Itaú, segundo no ranking por volume de ativos, mas primeiro em valor de mercado. Por duas vezes em sua vida, Setubal esteve em cargos públicos. Na década de 70, foi prefeito da cidade de São Paulo. Anos depois, convidado por Tancredo Neves, foi ministro das Relações Exteriores durante o governo de José Sarney. Engenheiro formado pela Escola Politécnica da USP, filho do poeta Paulo Setubal, o banqueiro é um homem apaixonado pela História. Freqüentemente, cita fatos e eventos ocorridos em outros países em épocas passadas. Essa cultura o transformou em ótimo frasista, característica que geralmente exercita em discursos, artigos e em raras entrevistas à imprensa. A seguir, algumas de suas idéias e conceitos de vida e de negócios.

Próxima >>

ENQUETE
Os americanos devem atacar o Afeganistão caso o país não entregue Bin Laden?
 

• Sim, sem dúvida

  • Não, o país não tem responsabilidade sobre os atentados
  • Não, até que sejam apresentadas provas concretas contra ele
Vote aqui
FÓRUM
Você acha que há espaço para otimismo sobre o crescimento econômico depois da declaração de guerra feita pelos EUA contra o terrorismo mundial? Por quê?
OUTROS FÓRUNS

 

© Copyright 2006/2001 Editora Três