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O TEMPO FECHOU NA BOING |
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A Boeing, maior indústria aeronáutica do mundo, planejava
divulgar na quinta-feira, 20, um estudo anual com projeções
para o setor de aviação nos próximos 20 anos. O anúncio
seria feito em um hotel de luxo em São Paulo, com estimativas
para a demanda de aviões em vários países. Como era de
se esperar, o evento foi cancelado. Até porque o estudo
perdeu toda a sua validade depois do atentado aos Estados
Unidos. Prova disso é o fato de as ações da empresa terem
caído quase 40% no mercado americano na última semana,
o que levou a Boeing a anunciar 30 mil demissões. |
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FUNDO DO POÇO
A
Merrill Lynch acaba de soltar um relatório preparado por seus analistas
no Brasil apontando que, pela vigésima semana consecutiva, os fundos
de ações perderam recursos no País. Com a implosão da Bovespa, os
investidores têm preferido papéis de renda fixa e fundos cambiais.
CASO DE POLÍCIA
A
decisão da espanhola Telefónica Móviles de cancelar a troca de ações
da CRT Celular por papéis da controladora vai parar na Justiça.
Muitos minoritários compraram ações na expectativa da operação,
que foi cancelada, segundo a Telefónica, por conta do ataque aos
EUA. Com isso, os papéis caíram quase 70%. “Foi escandaloso”, diz
Waldir Corrêa, presidente da Animec, a associação dos minoritários,
que alega que a decisão só poderia ter sido tomada numa assembléia.
LUZ EM PORTO DE
GALINHAS
O assunto
é tenebroso, mas os técnicos da Eletrobrás escolheram um lugar paradisíaco
para buscar saídas para o apagão. De 17 a 19 de outubro, em Porto
de Galinhas, haverá um seminário para debater e traçar o planejamento
econômico-financeiro do setor elétrico nos próximos anos. Para os
interessados, as inscrições vão até o dia 30.
PERIGO NA PETROBRÁS
Segundo
a imprensa espanhola, a troca de ativos entre a Petrobras e a Repsol
YPF, avaliada em US$ 1 bilhão, pode naufragar. A Petrobras cederia
30% de uma refinaria no Sul em troca de 700 postos na Argentina.
Isso porque a estatal brasileira estaria pretendendo renegociar
os termos da operação, em razão dos riscos de desvalorização do
peso. O Tribunal de Contas da União também está de olho na operação.
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