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TERROR
NOS EUA
O mundo
vai mergulhar em uma recessão. Os Estados Unidos
são, infelizmente, a locomotiva da economia mundial. Os
americanos tossem lá e quem pega a pneumonia são os países
em desenvolvimento. Nos países ricos, como os europeus, a
situação será mais amena.
Flúvio Soares Machado
Canoas RS
fluvio@terra.com.br
A economia americana representa a terça parte de toda a economia
do planeta. Se os americanos, com medo de uma
situação caótica provocada por novos atentados, decidem
parar de consumir, com certeza a recessão baterá à porta
de todos. E será mais forte em emergentes, como o Brasil, que necessitam
de capital externo.
Juarez Conrado Dantas Jr
Aracaju SE
lobojr@yahoo.com
Às custas de uma política neoliberal, os EUA construíram
uma economia poderosa e um nação militarmente imbatível. A surpresa
dos atentados esteve justamente no ataque inesperado,
e de tal forma realizado, no coração do capitalismo mundial. O
país não é tão forte quanto parece. Entretanto, o abalo
econômico num primeiro momento afeta principalmente os
países que dependem do capital estrangeiro.
Wenderson Fonseca dos Santos
Belo Horizonte MG
wendsan@bol.com.br
Talvez o Brasil mergulhe também em uma baixa econômica. O
País reza na cartilha dos globalizados, o que redunda na
camisa-de-força dos investimentos externos que andam em
baixa depois dos atentados.
João Arnaldo Barros de Figueiredo
Campo Grande MS
jbar288@terra.com.br
O presidente George W. Bush não inspira confiança e tenta
fazer descer garganta abaixo de muitos países a supremacia
do povo americano.
Rafael Maccarini
Camboriú – SC
Diz o ditado: quem dá também leva. Isso está para se cumprir e a
expectativa continua entre a raça humana. A qualquer momento será
tomada uma decisão definitiva que acarretará um acontecimento que
é esperado por alguns e temido por outros: a catastrófica Terceira
Guerra Mundial.
Ricardo José Silva
São Paulo - SP
O SUSTO
O Brasil
é excessivamente dependente do capital externo, o que o torna vulnerável
em tempos de incertezas. Com os acontecimentos nos EUA, haverá uma
redução dos investimentos estrangeiros nos países emergentes, inclusive
no Brasil. É hora de prestar mais atenção à economia interna, que
tem um potencial de crescimento enorme desde que sejam feitas reformas
essenciais, principalmente no parque industrial, no sistema tributário
e previdenciário.
Roberto carlos morais santiago
Montes Claros MG
rcmsantiago@bol.com.br
Sem uma poupança interna consistente o Brasil depende basicamente
de investimentos estrangeiros diretos.
Luciano Anastácio
São Paulo SP
lfanastacio@bol.com.br
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