Capa
 Índice
 Exclusivo Online
 Fique por dentro
 Multimídia
 Galeria de Fotos
 Bate-papo
 Tire sua dúvida
 Especiais
 Editorias
 E-Commerce
 Economia
 Entrevista
 Finanças
 Negócios
 Seu Dinheiro
 Seções
 Editorial
 A Semana
 Mercado digital
 Mídia & Cia
 Moeda forte
 Poder
 Cartas
 Busca
 Procure outras matérias
 
 
 

ECONOMIA

Sexta-feira, 2 de Março de 2001

EXCLUSIVO

Foto: Anderson Schneider

A lista secreta das 81 empresas que fornecem
equipamentos e serviços para as Forças Armadas,
um negócio que movimenta US$ 1,4 bilhão

Clique aqui para comentar esta matéria

Estela Caparelli

Um seleto grupo de 81 empresas brasileiras domina atualmente um dos negócios mais poderosos e restritos do País: a venda de material bélico e serviços para as Forças Armadas. Juntas, as máquinas de guerra formam um mercado que deve movimentar este ano cerca de R$ 1,4 bilhão. Os nomes de algumas dessas parceiras das Forças Armadas ficaram conhecidos em meio à divulgação de projetos da Defesa. A lista das fornecedoras, no entanto, sempre foi mantida em sigilo. DINHEIRO teve acesso à relação. Nela, é possível encontrar nomes conhecidos como Embraer, Forjas Taurus e Pirelli. A maior parte, no entanto, é identificada apenas por quem conhece o assunto. É o caso da Acron, a empresa de criptografia dos militares, a CBC, produtora cartuchos, e a Mectron, fabricante de mísseis.

Das 81 empresas, 13 são empresas da área aeronáutica, sete dedicam-se à engenharia naval, 21 são estaleiros e 40 fazem sistemas de defesa ou armamentos. Nem todas dedicam-se exclusivamente aos militares. A Pirelli, por exemplo, tradicional fabricante de pneus, aparece na lista como fornecedora de cabos elétricos para a engenharia naval. Na seção de armamentos estão empresas como a Atômica, que fabrica sistema de simulação de granada e produtos químicos, e a Blitz, que faz cofres para munição. Na lista também figura a Mectron, a principal fornecedora de mísseis para as Forças Armadas. A empresa, localizada em área de 30 mil metros quadrados em São José dos Campos, tem 130 funcionários e é parceira dos militares há 10 anos. “É preciso ser realista. Não se pode esperar grandes saltos no negócio. É um mercado estável e de longo prazo”, diz Rogério Salvador, diretor-comercial da Mectron.

Próxima >>

     
FÓRUM 1

Está na boca do forno um projeto que dará independência ao BC. Com isso, mesmo que FHC deixe o governo, a diretoria do banco não seria trocada. Você acha que essa é uma boa medida? Por quê?

ENQUETE 1
A Mega-Sena acumulou novamente. Agora são R$ 23 milhões! O que você faria se ganhasse toda essa bolada?
 

• deixaria de trabalhar

  • faria uma grande viagem e aplicaria a diferença
  • continuaria vivendo normalmente, só que mais rico
  • compraria uma casa e aplicaria a diferença
  • aplicaria todo o dinheiro e viveria de juros
Vote aqui
FÓRUM 2

A Telemar está afiando as garras para competir com a Telefônica. Na sua opinião, quem leva a melhor? Por quê?

ENQUETE 2
Privatizar presídios é uma boa saída para resolver o problema da superlotação?
 

• sim

  • não
Vote aqui
EDIÇÕES ANTERIORES
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE CONOSCO
ASSINE A NEWSLETTER

 

© Copyright 1996/2001 Editora Três