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Sexta-feira, 2 de Março
de 2001
CORRIDA
TECNOLÓGICA
Gostei
de saber da existência de recursos financeiros para investimento
na corrida tecnológica. Espero que projetos consistentes
sejam também apresentados pelas micro e pequenas empresas
com apoio do Sebrae.
Ediner Mesquita Vaz
Belo Horizonte MG
ediner@terra.com.br
FALÊNCIA
DO INFERNO
É
consenso que o sistema penitenciário está falido no
Brasil e isso não é de hoje. Os recursos deveriam
servir para a implantação de um novo modelo, tendo
por base o trabalho e a ocupação de presos, separando-os
por condição judicial (condenados de um lado, os que
aguardam julgamento de outro). O modelo então antigo seria,
aos poucos, extinto. É como o tratamento de portadores de
doença mental que era feito em manicômios, com choques
elétricos provou-se que o sistema não funcionava
e implantou-se outro, com resgate da dignidade do paciente. Deu
certo. Estamos falando de pessoas, revolta, injustiça social,
marginalidade. Estes celeiros de violência que são
os presídios não funcionam. A revolta do detento aumenta
na mesma proporção da omissão das autoridades,
da falta de oportunidade de reintegração social e
de perspectivas. Como acabar com esse barril de pólvora?
Duas palavras: vontade política.
Nádia Regina dos Santos Almeida
Praia Grande SP
nadiareginaalmeida@bol.com.br
Realmente,
o Brasil continua a ser o Brasil de sempre. O nosso País
está precisando de pessoas que queiram mudar o que está
aí. Não é com muito dinheiro que se consegue
realizar mudanças, mas principalmente com idéias.
Esses presos que estão ociosos nas cadeias devem ser usados
como mão-de-obra; não é admissível que
se pague R$ 600,00 por cada indivíduo sem que a sociedade
tenha algum retorno disso.
Alan Rocha
Salvador BA
aractis@bol.com.br
VOCÊ DE NOVO?
Acredito
que a ciência existe para favorecer e servir o homem. Acho
que a clonagem de seres humanos é uma violência, pois
nunca teremos pessoas idênticas.
Luciana de Moraes
Brasília DF
lucyanae@bol.com.br
Acho
que estamos chegando ao limite permitido. Creio que devemos, sim,
procurar no DNA ou genoma, como preferir, meios de curas, meios
de fazer a vida com mais qualidade, a vida com saúde e também
com menos prejuízo à natureza, que já está
cobrando do homem os estragos nela feitos. Agora, brincar de Deus
vai nos custar muito caro. O poder deve ser usado com medida certa.
Estamos aí com uma África, Ásia, lotadas de
gente sofrida, faminta. O que faremos? Temos como inventar, clonar
alimentos para essa população? Temos como clonar órgãos
que possam salvar vidas? Isso sim devemos discutir. Agora, clonar
a nós mesmos? Podemos gerar, e com certeza, estaremos gerando
o nosso fim.
Loadir Silva
Campo Grande MS
lasilva@nin.ufms.br
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