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GOVERNO
REFORMA GERAL
As confusões
envolvendo o ex-secretário da Presidência da República,
Eduardo Jorge, deixaram muita gente preocupada com a imagem do governo.
Melhorá-la pode exigir esforços de propaganda, lobby
e muito sorriso que fica bem em uma cara nova. DINHEIRO consultou
um cirurgião plástico que deu algumas dicas de como
rejuvenescer os rostos do presidente Fernando Henrique Cardoso e
do ministro da Fazenda Pedro Malan. Uma boa reforma em cada um deles
sairia por R$ 8 mil. A fatura pode ficar salgada mas com uma boa
conversa o médico parcela.
PROTESTO
CRIATIVIDADE
EM ALTA
A indignação
do brasileiro com a situação do país, multiplica
a criatividade. O desvio de verbas na obra do Tribunal Regional
do Trabalho de São Paulo foi motivo, na quarta-feira, 9,
para que um estudante protestasse. Ele exibia um produto fictício
chamado OVO Corrupticida, para acabar com a manchas de lama no governo.
Na mesma avenida, a abertura da campanha salarial dos bancários
também teve seus momentos criativos. Um militante, usando
a máscara do personagem assassino do filme Pânico,
carregava um cartaz com uma nota de R$ 151. Nela, a República
cobre os olhos envergonhada com o valor da cédula, o mesmo
do salário mínimo.
CIGARROS
UM
A ZERO PARA SERRA
A indústria
do tabaco sofreu um duro golpe na semana passada. A Câmara dos Deputados
aprovou proposta que proíbe a propaganda do cigarro nas rádios,
televisão e outdoors. O projeto, enviado pelo ministro da Saúde,
José Serra, prevê multa de até R$ 100 mil para quem descumprir a
lei. Serra venceu até mesmo o lobby feito por Maurício Gugelmin
e Emerson Fittipaldi. Eles queriam retardar, em um ano, a aplicação
da lei em relação a patrocínio de eventos culturais e esportivos.
CONSTRUÇÃO
FRANCESES VÃO ÀS COMPRAS
O grupo francês Saint Gobain está espalhando seus tentáculos pelo
varejo de materiais de construção civil. A primeira a entrar no
portfólio foi a Telha Norte. Na última semana o grupo fechou a compra
de 60% do controle de cinco das nove lojas da rede paulista. Os
franceses operam desde 1937 no Brasil, faturando R$ 2,2 bilhões.
PETROBRAS
CONFIANÇA
RENOVADA
Apesar
dos desgastes provocados pelos sucessivos desastres ambientais,
os investidores continuam apostando na Petrobras. Uma prova disto
foi a operação de venda de ações da companhia, encerrada na quarta-feira
9. No total, foram arrecadados R$ 7,26 bilhões, um recorde no Brasil.
A participação do FGTS foi de R$ 1,59 bilhão.
OLIMPÍADAS
ESFORÇO
BRASILEIRO
A
equipe olímpica brasileira está demonstrando, na prática, ter coragem
suficiente para vencer os oponentes em Sydney. Na quarta-feira 9,
atletas como Tande caminharam sobre brasas, ao término de um encontro,
realizado no Rio. O seminário foi ministrado pelo psicólogo empresarial
Roberto Shinyashiki. A participação do Brasil, que já obteve 54
medalhas até hoje, custará R$ 8 milhões ao Comitê Olímpico Brasileiro.
É esperar que a disposição de enfrentar as brasas se traduza na
conquista de muitas medalhas. Um detalhe, ninguém se feriu na arriscada
tarefa.
ELI
LILLY
UM
PROZAC, POR FAVOR
Os
executivos do laboratório americano Eli Lilly deverão se tornar
consumidores do anti-depressivo Prozac, responsável por 25% do faturamento
da empresa. Tudo porque a Justiça dos EUA derrubou a decisão que
garantia à empresa a patente do produto até 2003. Isso significa
que a partir do próximo ano entra no mercado o medicamento genérico
da Barr Laboratories. A medida já causou um impacto devastador nas
ações da Eli Lilly que despencaram 30% em um dia.
ARGENTINA
FÚRIA
A
arrecadação de impostos está se tornando uma obsessão na Argentina.
Que o diga o ministro da Economia, Jose Luis Machinea. A última
invenção dele foi a criação do imposto sobre ganhos futuros. É isto
mesmo! O tributo incide principalmente sobre editoras e os escritores
que ganham mais de US$ 10 mil, por ano, em direitos autorais. Só
nos resta torcer para que o “leão” brasileiro não resolva copiar
a medida.
BRIDGESTONE
FIRESTONE
IMAGEM
MURCHA
A
Bridgestone/Firestone, fabricante de pneus, está em uma enrascada.
A companhia terá que trocar 6,5 milhões de unidades dos modelos
ATX, ATX II e Wilderness AT, produzidos nos Estados Unidos. Os pneus,
geralmente usados na sport utility Ford Explorer, estavam estourando,
o que teria causado a morte de pelo menos 46 pessoas nos EUA. No
Brasil o saldo negativo é de, no mínimo, R$ 6,4 milhões. Isso porque,
além de ter a imagem arranhada, a empresa terá que substituir os
pneus das 5,6 mil caminhonetes importadas pela Ford.
CIFRÕES
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1,4
milhão de dólares
é o montante que sete policiais brancos, de Miami, irão repartir
por conta de um processo de indenização. O grupo alegou sofrer
discriminação por parte de superiores de origem latina.
50
mil
pares de tênis da marca Nike foram destruídos na semana passada,
pela Receita Federal no Rio de Janeiro. A empresa diz perder
R$ 50 milhões por ano com as falsificações.
6,5
milhões
de
reais foi quanto o governo conseguiu recuperar,
em depósitos feitos nos EUA, pela quadrilha que fraudou o
INSS.
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15
milhões de dólares
por dia estão sendo gastos pelo governo dos Estados Unidos para
combater os focos de incêndio florestal que atingem o país.
100
mil dólares
é a recompensa que empresários chechenos estão oferecendo
a quem der pistas dos autores de um ataque à bomba, ocorrido
em Moscou, na última semana.
6,3
bilhões de reais
é o valor que os bancos das montadoras vão colocarar à disposição
dos clientes interessados em financiar a compra de automóveis
neste ano. O montante representa um recorde na história do
setor.
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