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FÓRUM

O Fórum da Dinheiro na Web perguntou aos internautas: “Você aprova a dolarização da economia?”. Confira algumas opiniões:

Sim, em parte. A menos que possamos ter contas de poupança em dólares. Por exemplo, o Paraguai tem caja de harros em dólares e paga 4% de juros ao ano, além de permitir saques em dólares.
José Alberto Schmidt
nini@cvs.cc
Curitiba – PR

Em hipótese alguma. Seria um caminho sem volta para este País. Seria o fim.
Mauro Gondim Freire
jfor047@terra.com.br
Fortaleza – CE

Claro que não. A dolarização só vai acentuar a dependência brasileira dos EUA. Além do mais, a dolarização da moeda não significa que a economia vai se fortalecer e crescer.
Vanessa Carvalho

 

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TRANSGÊNICOS

Como um modesto assinante do Interior, fiquei impressionado com duas notícias da edição 152 da DINHEIRO. Na pág. 10 aparece o respeitável ministro Pratini de Moraes dizendo que “o Brasil não pode ser um babaca”, em relação às entidades que condenam os transgênicos. Na pág. 9, aparece matéria do Greenpeace atacando a rede McDonald's na Alemanha por estar utilizando carne de frango alimentado com ração transgênica. A imprensa já publicou que alguns países estão proibindo tais produtos. Perguntas: será que o Greenpeace não merece nosso respeito? Os países que proíbem também são babacas? Gostaria que a revista publicasse matéria sobre o Greenpeace para tirarmos nossas dúvidas. Essa briga afeta ou não afeta o consumo e a produção agrícola? Por enquanto, aqui em casa, o ministro perde de 6 a zero.
Luiz Antônio Alves
tonybel@uol.com.br

A PRIMEIRA IMPRESSÃO

Excelente matéria da editoria Seu Dinheiro, sobre a importância e os modelos de cartões de visita, publicada na edição 152. A reportagem veio de encontro ao que penso e passo para as pessoas com quem trato sobre o assunto. Para a matéria ficar mais enriquecida, faltou falar a respeito da novidade sobre cartões de visita: o Business Card. Um cartão de visita CD ROM personalizado que mostra toda a empresa, unindo criatividade, imagem, dados técnicos e qualquer informação desejada num CD-ROM que cabe no bolso. O Business Card pode ter o tamanho de um cartão de visitas convencional, com a vantagem de carregar mais informação do que o nome, endereço e telefone, o que se torna mais adequado ao contexto tecnológico no qual estamos inseridos.
Fernando Almeida
feluiz@ig.com.br

ATREVISA

Achei a matéria sobre a Faculdade Trevisan muito interessante. Gostaria de receber mais informações ou indicação de como saber mais a respeito desses cursos.
Marcelo Navarini
estofadospiramide@zaz.com.br
Nota da redação: o contato pode ser feito na secretaria da Faculdade Trevisan, pelo telefone: (11) 3759-4600

REPÚDIO

Em entrevista do Advogado Geral da União, publicada no nº 150 desta revista, tivemos ocasião de ler, com verdadeiro estupor, palavras de rara grosseria proferidas pelo referido funcionário com relação ao eminente jurista e cidadão exemplar, professor Fabio Konder Comparato. Nossa surpresa foi tanto maior porque, provindas de pessoa que se aloca em patamar intelectual, cultural e moral muito diverso daquele em que se encontra o mestre mencionado, normalmente imaginar-se-ia que seu nome seria citado precedido das vênias, respeito e máxima consideração que lhe são devidos. Assim, manifestamos o mais completo repúdio pela absoluta falta de respeito e mesmo falta de autocrítica de quem ousou pronunciar-lhe o nome de forma insultuosa.
Celso Antônio Bandeira de Mello
e Weida Zancaner
Professores da Faculdade de Direito da PUC de São Paulo
João Roberto Piza Fontes
Ex-presidente da Seccional
da OAB de São Paulo
Eros Roberto Grau
Professor titular da Faculdade de Direito da USP
Américo Lourenço Masset Lacombe
Ex-presidente do Tribunal Regional Federal da III Região

 

Cartas para esta seção, com endereço, RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de Redação, DINHEIRO, Rua William Speers, 1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. Fax: (011) 3611-6411. E-mail: dinheiro@zaz.com.br As cartas poderão ser editadas em razão de seu tamanho ou incompreensão.

Sul

A revista DINHEIRO, habitualmente isenta em suas matérias editoriais, surpreendeu o governo do Rio Grande do Sul ao editar reportagem em que, embora aborde o crescimento industrial do Estado, publica informações inexatas. A revista erra quando atribui ao nosso governo a responsabilidade pela migração de indústrias calçadistas para outras regiões. Esse fenômeno ocorreu a partir dos anos 80, mas nenhuma delas encerrou atividades no Rio Grande do Sul. A matéria troca o verbo “ensejando” por “fustigando”, ao citar fala do governador sobre vocações produtivas do Estado, mudando o sentido da declaração. Não existe contradição entre o projeto do governo e o esforço em atrair ao Estado uma planta industrial de MDF, capaz de modernizar o pólo moveleiro gaúcho. A Motorola, por outro lado, já está no Rio Grande do Sul. A afirmação de que nosso governo submete suas ações a técnicas de marketing é equivocada. Fizemos cortes profundos nas verbas publicitárias.
Guaracy Cunha
Secretário Especial de Comunicação

 

   

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FÓRUM

A Petrobras teve um lucro recorde de US$ 4,5 bilhões no primeiro semestre deste ano. Isso poderá aumentar os dividendos para quem comprou ações da estatal, que terá de investir quase R$ 2 bilhões para recuperar boa parte dos dutos que transportam o petróleo que ela produz. Eles estão velhos e podem causar mais um acidente. A estatal foi responsável por dois dos maiores vazamentos de que já se teve notícia no país. Você compraria as ações desta companhia? Por quê?

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