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O Fórum
da Dinheiro na Web
perguntou aos internautas: Você aprova a dolarização
da economia?. Confira algumas opiniões:
Sim, em parte. A menos que possamos ter contas de poupança
em dólares. Por exemplo, o Paraguai tem caja de harros em
dólares e paga 4% de juros ao ano, além de permitir
saques em dólares.
José Alberto Schmidt
nini@cvs.cc
Curitiba PR
Em hipótese alguma. Seria um caminho sem volta para
este País. Seria o fim.
Mauro Gondim Freire
jfor047@terra.com.br
Fortaleza CE
Claro
que não. A dolarização só vai acentuar
a dependência brasileira dos EUA. Além do mais, a dolarização
da moeda não significa que a economia vai se fortalecer e
crescer.
Vanessa Carvalho
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ENQUETE:
(veja resultado final)
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Você paga
por um
produto ou serviço só pela marca?
| Sim:
40,2% |
| Não:
59,8% |
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TRANSGÊNICOS
Como
um modesto assinante do Interior, fiquei impressionado com duas
notícias da edição 152 da DINHEIRO. Na pág.
10 aparece o respeitável ministro Pratini de Moraes dizendo
que o Brasil não pode ser um babaca, em relação
às entidades que condenam os transgênicos. Na pág.
9, aparece matéria do Greenpeace atacando a rede McDonald's
na Alemanha por estar utilizando carne de frango alimentado com
ração transgênica. A imprensa já publicou
que alguns países estão proibindo tais produtos. Perguntas:
será que o Greenpeace não merece nosso respeito? Os
países que proíbem também são babacas?
Gostaria que a revista publicasse matéria sobre o Greenpeace
para tirarmos nossas dúvidas. Essa briga afeta ou não
afeta o consumo e a produção agrícola? Por
enquanto, aqui em casa, o ministro perde de 6 a zero.
Luiz Antônio Alves
tonybel@uol.com.br
A
PRIMEIRA IMPRESSÃO
Excelente
matéria da editoria Seu Dinheiro, sobre a importância
e os modelos de cartões de visita, publicada na edição
152. A reportagem veio de encontro ao que penso e passo para as
pessoas com quem trato sobre o assunto. Para a matéria ficar
mais enriquecida, faltou falar a respeito da novidade sobre cartões
de visita: o Business Card. Um cartão de visita CD ROM personalizado
que mostra toda a empresa, unindo criatividade, imagem, dados técnicos
e qualquer informação desejada num CD-ROM que cabe
no bolso. O Business Card pode ter o tamanho de um cartão
de visitas convencional, com a vantagem de carregar mais informação
do que o nome, endereço e telefone, o que se torna mais adequado
ao contexto tecnológico no qual estamos inseridos.
Fernando Almeida
feluiz@ig.com.br
ATREVISA
Achei
a matéria sobre a Faculdade Trevisan muito interessante.
Gostaria de receber mais informações ou indicação
de como saber mais a respeito desses cursos.
Marcelo Navarini
estofadospiramide@zaz.com.br
Nota
da redação: o contato pode ser feito na secretaria
da Faculdade Trevisan, pelo telefone: (11) 3759-4600
REPÚDIO
Em
entrevista do Advogado Geral da União, publicada no nº
150 desta revista, tivemos ocasião de ler, com verdadeiro
estupor, palavras de rara grosseria proferidas pelo referido funcionário
com relação ao eminente jurista e cidadão exemplar,
professor Fabio Konder Comparato. Nossa surpresa foi tanto maior
porque, provindas de pessoa que se aloca em patamar intelectual,
cultural e moral muito diverso daquele em que se encontra o mestre
mencionado, normalmente imaginar-se-ia que seu nome seria citado
precedido das vênias, respeito e máxima consideração
que lhe são devidos. Assim, manifestamos o mais completo
repúdio pela absoluta falta de respeito e mesmo falta de
autocrítica de quem ousou pronunciar-lhe o nome de forma
insultuosa.
Celso Antônio Bandeira de Mello
e Weida Zancaner
Professores da Faculdade de Direito da PUC de São Paulo
João Roberto Piza Fontes
Ex-presidente da Seccional
da OAB de São Paulo
Eros Roberto Grau
Professor titular da Faculdade de Direito da USP
Américo Lourenço Masset Lacombe
Ex-presidente do Tribunal Regional Federal da III Região
| Cartas
para esta seção, com endereço, RG e telefone, devem ser remetidas
para: Diretor de Redação, DINHEIRO, Rua William Speers,
1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. Fax: (011) 3611-6411.
E-mail: dinheiro@zaz.com.br
As cartas poderão ser editadas em razão de seu tamanho ou incompreensão. |
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Sul
A revista
DINHEIRO, habitualmente isenta em suas matérias editoriais,
surpreendeu o governo do Rio Grande do Sul ao editar reportagem
em que, embora aborde o crescimento industrial do Estado, publica
informações inexatas. A revista erra quando atribui
ao nosso governo a responsabilidade pela migração
de indústrias calçadistas para outras regiões.
Esse fenômeno ocorreu a partir dos anos 80, mas nenhuma delas
encerrou atividades no Rio Grande do Sul. A matéria troca
o verbo ensejando por fustigando, ao citar
fala do governador sobre vocações produtivas do Estado,
mudando o sentido da declaração. Não existe
contradição entre o projeto do governo e o esforço
em atrair ao Estado uma planta industrial de MDF, capaz de modernizar
o pólo moveleiro gaúcho. A Motorola, por outro lado,
já está no Rio Grande do Sul. A afirmação
de que nosso governo submete suas ações a técnicas
de marketing é equivocada. Fizemos cortes profundos nas verbas
publicitárias.
Guaracy Cunha
Secretário Especial de Comunicação
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