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    MÍDIA & CIA.
Briga Bilionária

Caberá à agência AlmapBBDO a missão de preparar a nova campanha da indústria de cosméticos Wella Brasil, que entra no ar em agosto. A estrela será a atriz global Maria Fernanda Cândida (foto), que se tornou conhecida como a Paola da novela “Terra Nostra”. A empresa pretende investir R$ 8 milhões em mídia neste ano.

A agência paulista Young&Rubican levou a melhor na disputa pela conta publicitária do iGFinance – do banco Opportunity –, orçada em R$ 10 milhões. No páreo estavam Fischer América, V&S e Giovanni, FCB. A primeira campanha irá ao ar em agosto.

Leva a assinatura da Grey Brasil os filmes produzidos para a campanha de prevenção da osteoporose em mulheres, patrocinada pelo Calcium Sandoz, da Novartis. As atrizes Débora e Paloma Duarte apresentam os comerciais que vão ser veiculados apenas no eixo Rio-São Paulo. O projeto, orçado em R$ 2,5 milhões, inclui ainda um serviço telefônico para tirar dúvidas da população.

É da Touché Comunicação o novo filme publicitário da Habib´s, rede de fast-food especializada em comida árabe. A idéia é valorizar a esfiha, o principal prato do cardápio que responde por 50% das vendas nos 150 restaurantes da rede. A guloseima, batizada de Bib´sfiha, será apresentada em anúncios de televisão, spot de rádio e banners.


Os bilionários ganhos com a cobertura dos jogos olímpicos de Sydney estão gerando uma disputa entre emissoras de televisão e agências de notícias. Isso porque a rede americana NBC – que pagou US$ 5,25 bilhões para transmitir por 20 anos os jogos – vetou os concorrentes. A Reuters e a Associated Press protestaram junto ao Comitê Olímpico Internacional. Uma confusão deste tipo, decerto, não constava do ideal olímpico idealizado pelo barão de Coubertin. Alheio à briga, o presidente da NBC Sports, Dick Ebersol, faz planos grandiosos. A emissora já arrecadou US$ 800 milhões com contratos publicitários e espera fechar novos pacotes no valor de US$ 200 milhões nos próximos dias. A NBC e suas afiliadas MSNBC e CNBC prometem colocar no ar 437 horas de transmissão durante os 16 dias do evento. Sem concorrência.

O céu como limite
Dentro de um Fooker-100, voando a 10 mil metros de altura sobre a cidade de São Paulo. Este foi o cenário usado pelos publicitários Rodrigo Butori, Fábio Meneghini, Rui Branquinho, Julio Neto, Átila Francucci e Alexandre Grynberg para anunciar a criação da agência Cápsula. O projeto consumiu investimento de R$ 500 mil e já conta com a Wendler e Hedging Griffo como clientes. O faturamento para este ano foi projetado em R$ 12 milhões. Para 2001, a idéia é aumentar a cifra para R$ 50 milhões.

Com as barbas de molho
A intenção do Ministério da Saúde de proibir a propaganda de cigarros está deixando a Abert – associação que congrega as emissoras de rádio e televisão – de cabelo em pé. Isso não se deve aos R$ 100 milhões gerados pelo produto. O temor é que deputados e senadores peguem carona na proposta e incluam vetos à veiculação de anúncio de itens como lingerie e bebidas, por exemplo, alegando aspectos morais ou religiosos. O vice-presidente da Abert, Paulo Machado de Carvalho Neto, diz desconhecer propostas desta natureza. Assinala, entretanto, que a entidade continuará contra a proibição: “Se o produto é legal, não há por que vetar sua divulgação”, diz.

Sócio à vista
Depois de sete meses, a novela TVA parece estar chegando ao fim. A direção da operadora de tevê por assinatura pretende anunciar, até o final do mês, o nome do novo parceiro estratégico. A empresa faz segredo sobre a manutenção do Grupo Abril, principal acionista, no negócio. No mercado, especula-se que o valor da emissora chegue a incríveis US$ 930 milhões. Entre os candidatos estariam: Telefônica, Portugal Telecom, Bell Canadá e HMTF.


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