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EQUADOR
MOEDA DE COLEÇÃO
Ainda
é uma incógnita o que vai acontecer com a economia
do Equador depois da dolarização, marcada para 13
de setembro. Mas pelo menos o sucre, moeda nacional, já tem
destino certo. O dinheiro equatoriano está sendo vendido
nas ruas da capital, Quito, como souvenir. Não há
valor estabelecido para o kit monetário e os ambulantes,
naturalmente, só aceitam dólar. A dolarização
no Equador foi decidida no início do ano na tentativa de
deter a inflação anual de 103,7% recorde no
continente. Para mostrar que está de acordo com a medida,
o FMI liberou um pacote de ajuda ao Equador de US$ 2 bilhões.
BEBIDAS
DNA
PARA BEBER
O
setor de bebidas resolveu pegar carona na onda do genoma. A Jolt
Cola vai colocar no mercado uma bebida batizada de DNA . Ela é
um refrigerante feito a base de água com leve teor alcoólico.
A julgar pelos US$ 5 bilhões estimados com os ganhos que
a indústria do genoma terá, de certo não faltará
dinheiro para consumir o aperitivo.
ESPANHA
IMPOSTO
TERRORISTA
Os
extremistas da organização basca ETA encontraram uma
forma, digamos, original para financiar a causa separatista. Na
última semana, integrantes do movimento convocaram os empresários
da estância turística de Ilhas Baleares a pagar um
tal de imposto revolucionário. A quantia pode
chegar até R$ 630 mil, dependendo do porte de cada estabelecimento.
As autoridades espanholas prometeram investigar a denúncia
e coibir a ação do grupo.
TELEFONIA
DEUTSCHE
ESBARRA NA LEI
A
companhia alemã de telefonia Deutsche Telekom esbarrou na
legislação americana. A empresa, que na semana passada
ofereceu US$ 50 bilhões pela britânica Cable &
Wireless e US$ 9 bilhões pela turca Telsim, pode não
conseguir concretizar seu melhor negócio: comprar a americana
Sprint. A razão é simples. A lei nos EUA proíbe
que estrangeiros tenham mais de 25% do capital de companhias americanas
prestadoras de serviço. Para a DT entrar na Sprint só
mesmo com sócios americanos.
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