CAPA
 ÍNDICE
 EDITORIAS
 A SEMANA
 E-COMMERCE
 ECONOMIA
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 FINANÇAS
 MERCADO DIGITAL
 MÍDIA & CIA.
 MOEDA FORTE
 NEGÓCIOS
 PODER

 SEU DINHEIRO

 CANAIS
 COLUNAS/ARTIGO
 CONEXÃO DIRETA
 ESPECIAIS/MULTIMÍDIA
 GALERIA DE FOTOS

BUSCA
 
 


ÍNDICE DAS BOLSAS
Clique aqui

 

NEGÓCIOS/FRANQUIAS
Foto: Gustavo Lourenção
LUCROS NA EUROPA: Resende, da marca de cosméticos Valmari, tem propostas
da Itália e Espanha

Endereço: O Mundo
Franquias brasileiras abrem filiais em vários continentes e conquistam o mercado global.

Marta Barbosa

Quem um dia, quando esteve fora do País, já não ouviu referências ao futebol, ao café e até mesmo à laranja brasileira? Isso ainda não mudou, pelo menos na cabeça dos estrangeiros. Só não se assuste se, na sua próxima viagem, ouvir falar também das franquias do Brasil. Isso porque elas nunca tiveram tanto mercado na Europa e nos EUA como agora. Em 96, existiam 24 unidades de marcas nacionais instaladas em outros países. Hoje, são 300. E pelos cálculos da Associação Brasileira de Franchising (ABF) esse número deve crescer nos próximos anos. Algo como cinco novas unidades por mês. “O empresário brasileiro é ousado”, diz Ricardo Yang, presidente da ABF.

Idéias de negócios que deram certo aqui e, por isso, chamam atenção de investidores estrangeiros, que reproduzem a marca e a estrutura de funcionamento em lugares tão distantes como Texas ou Lisboa. E se quando falamos em marcas tupiniquins as primeiras referências são gigantes como O Boticário ou Localiza, aqui vai outra surpresa: empresas de médio porte e nem tão conhecidas assim também fazem sucesso lá fora. “O essencial é ter disposição para trabalhar com um parceiro a distância”, diz Paulo Antunes, diretor internacional da ABF. Não existe fórmula mágica: para encontrar quem queira revender seu produto é preciso antes saber vendê-lo. E o caminho mais rápido para conseguir espaço lá fora são mesmo as feiras de negócios. “Nossa atuação em congressos tem ajudado a consolidar a marca”, explica Silvestre de Resende, diretor da Valmari, empresa de cosméticos com sede em São Paulo. Por conta das feiras, a Valmari abriu uma loja de revenda de cosméticos há dois anos e prevê inaugurar outra franquia até o fim do ano, as duas em Portugal. O grupo também avalia propostas do Chile, Espanha e Itália.

Foto: Gustavo Lourenção
EXPANSÃO: Silva e Galvão levaram a escola Anglo para Portugal e Estados Unidos

Apesar do sucesso de marcas brasileiras no Exterior, há sempre os percalços pelo caminho. Administrar um franqueado a distância não é fácil e custa caro. Cabe ao franqueador a adaptação do material, dos treinadores e até do produto. Um exemplo? Todos os livros da Anglo School, escola de idiomas e informática com sede em Jundiaí (SP), estão sendo modificados para serem usados nas unidades de Portugal e da Inglaterra, que serão inauguradas em 2001. O investimento é de R$ 40 mil. “Vamos recuperar esse dinheiro em um ano”, diz Armênio da Silva, consultor da escola. A empresa já tem uma franquia nos EUA. Quem torce para que o sucesso da Anglo no Exterior continue é o empresário Luiz Galvão. Ele é dono de uma escola em São Paulo e está repetindo a dose em Lisboa.

Do outro lado do balcão, o dos franqueados, a parceria com marcas brasileiras também tem seu preço. Para instalar uma franquia fora do País, o empresário vai gastar até 50% a mais do que se fosse fazer no Brasil. Reproduzir a marca da escola de idiomas Wisdom, de Curitiba, por exemplo, custa em média R$ 80 mil por aqui. Na Europa, pode chegar a R$ 110 mil. Se serve de estímulo, não se tem notícia, pelo menos até hoje, que alguma franquia brasileira tenha fechado as portas no Exterior.

LEIA MAIS


Com Terra. E lucros

Design sobrevive ao tempo

Três, dois, um...

Leão em Baixos teores

Este Mansur está vencendo

Operação Brasil

Do pop ao cinco estrelas

Bolsa aposta no futuro

Sintoma grave

ENQUETE

O balanço do BC deve
ser revisto?

Sim
Não

Resultados Parciais

 
FÓRUM

O Brasil vive uma crise de energia e há riscos de apagões a partir do próximo ano. Deve haver algum tipo de compensação para empresas e consumidores que ficam no escuro? Como seria?

A carga tributária do País aumentou neste ano. O dinheiro arrecadado foi bem utilizado? Por quê?

EDIÇÕES ANTERIORES
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE CONOSCO
ASSINE A NEWSLETTER

 

© Copyright 1996/2000 Editora Três