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CHEQUE
VOADOR
Foi
um cheque sem fundo de US$ 260 milhões a causa da confusão
entre a Vasp e os evangélicos. Há duas semanas, a Confader
pagou em cheque pela companhia. O filho do empresário Wagner
Canhedo, Ulysses, pegou um avião para Miami para descontar
o cheque. Ficou arrasado. Não tinha fundo. A venda da Vasp
acabou desmentida. Na segunda-feira passada, novo cheque foi
dado e desta vez parte do dinheiro encontrava-se no banco.
Mas ainda faltava um naco dos US$ 260 milhões. Evangélicos
e Canhedo estariam nos finalmentes.
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RECEITA
Perversidade
O
secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, está
reunindo uma numeralha para provar que a CPMF, Contribuição
Perversa sobre Movimentação Financeira, tem uma
utilidade fantástica para arrecadação do
governo. Um total de 28,7 milhões de CPFs, que não
declaram imposto de renda, movimentaram 773 bilhões de
reais no ano passado. |
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AVIAÇÃO
TAMBrasil
Só
para continuar no ar, a TAM e a Transbrasil estão se
fundindo. O acordo comercial entre as duas companhias foi
a decolagem para um vôo maior. Na terça-feira
à tarde, Daniel Mendelli, genro do comandante Amaro
Rolim, recebeu os resultados das auditorias, feitas na Transbrasil
pela Ernst Young e pela Price Waterhouse Coopers, considerando
a fusão um bom negócio. Está tudo
certo, garante um advogado da empresa.
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BANCOS
Vende-se
Um
banco brasileiro está sendo oferecido por e-mail para
banqueiros e entendidos na área de finanças. A
instituição em questão tem 260 agências
e custa US$ 220 milhões. Quem está cuidando do
negócio é a agência International Sellers.
Para descobrir o nome da instituição tem que pagar
uma taxa, digitar uma senha e ter uma boa conta bancária. |
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Em
Alta
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Em
Baixa
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| Caiu
muito bem no Congresso e entre empresários as decisões
do presidente Fernando Henrique de reduzir os juros de
18,5% para 17,5% e o anúncio de um plano nacional
de seguranca que somente este ano deverá consumir
R$ 700 milhões. Em outras palavras: o poder maior
constituído vai ganhando mais simpatia entre os
demais poderes, um ponto decisivo que pode representar
uma virada do seu governo, rumo a altos índices
de popularidade. |
O
homem forte da comunicação do governo, o
ministro-conde Andréa Matarazzo, tem título
de nobre, mas anda sendo bombardeado na corte. Tudo porque
a imagem do presidente continua no primeiro andar. Um
interlocutor garante que FH anda atribuindo ao conde,
e a conseqüente falta de um política de comunicação,
o fato de não estar bem com a opinião pública.
Outros personagens do Senado asseguram que, diante da
instabilidade do cargo, Matarazzo teria pedido ao senador
ACM legenda para concorrer a deputado federal pelo PFL
paulista. |
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| VESTIBULAR |
PRIMEIRO
EMPREGO |
NÃO
COLOU |
| O
secretário do Tesouro, Fábio Barbosa, está
fazendo vestibular para poderoso. Se continuar dizendo não
na boca do caixa, Fábio Barbosa tem chances de sobreviver
e virar o homem forte da política monetária. A
partir de 2001, a política monetária migrará
do BC para a Secretaria de Tesouro. |
O
ministro do Desenvolvimento, Alcides Tápias, não
abraçou a jornada de trabalho de 35 horas semanais, mas
engajou-se como um menino no programa do primeiro emprego para
o jovem. Ele topa discutir o assunto dentro e fora do governo,
desde que autorizado pelo ministro do Trabalho. |
O
presidente da Câmara, Michel Temer, não gostou
da idéia de instalar o Incor de Brasília no prédio
do hospital que deve R$ 8 milhões ao Banco do Brasil.
À boca pequena atribui-se ao diretor da Câmara,
Adelmar Sabino, e ao presidente do Senado, Antônio Carlos
Magalhães, a pressa na instalação do instituto. |
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