|
O chocolate Bis, da Lacta, está voltando à mídia.
A campanha é da Ogilvy e trabalha com o slogan Gostou?
Pede Bis.
Tem a assinatura da grottera.com a nova campanha da OX Marrow.
A novidade é que em vez de exibir modelos com cabelos
bem tratados, as peças mostram os vidros de shampoo
funcionando como eletrodomésticos.
A Agnelo Pacheco conquistou, de janeiro a maio, 15 clientes.
No total, eles representam uma verba publicitária de
R$ 30 milhões.
A campanha mundial em mídia impressa da United Airlines
foi criada pela dupla brasileira Anselmo Ramos e Cassio Moron.
Eles trabalham no escritório da Young & Rubican
em Miami. O slogan, A vida é uma viagem. Aproveite,
é também de autoria desses dois profissionais.
A nova campanha do jipe Pajero IO, da Mitsubishi, usa de maneira
bem humorada ícones dos aventureiros, como o Grand
Canyon, para reforçar o conceito off road do veículo.
As peças são de responsabilidade da Loducca.
O lançamento do Kuadri Krispis, da Kellogg's, tem peças
publicitárias criadas pela Leo Burnett. A campanha conta
com um filme intitulado "Irmão-Irmã",
além de outdoor e painel para táxis.
|
O cerco
à propaganda de cigarro está se fechando. A Comissão
de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou
na quarta-feira, 7, a proibição de campanhas publicitárias
de cigarros e também bebidas alcoólicas. As
campanhas de tabaco e bebida só serão permitidas em
ambientes fechados, como bares. O projeto ainda será avaliado
pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado
para depois ir a plenário. Se aprovada pelos senadores, a
matéria irá à Câmara dos Deputados, onde
deverá ser reunida à proposta do ministro da Saúde,
José Serra, que trata do mesmo assunto. Nos EUA, a Philip
Morris vai suspender os anúncios do Marlboro e outras marcas
de cigarro em 50 revistas, entre elas a Rolling Stone. O critério
é o seguinte: publicações com mais de 2 milhões
de leitores jovens, ou percentual superior a 15%, terão suspensa
toda a publicidade de cigarros da empresa. Pelo visto, a figura
do caubói fumando vai virar peça de museu.
 |
Sem
medo de palanque
A dupla André Torretta e Nádya Risocelly, que trabalhava
para o
marketeiro Duda Mendonça, vai seguir os passos de seu ex-patrão.
Eles abriram a agência Pública, para explorar o marketing
político e campanhas institucionais. No Brasil, os gastos
dos governos (federal, estaduais e municipais) giram em torno de
R$ 1,2 bilhão isso sem contar as campanhas eleitorais.
Apesar de eles estarem atentos à eleição para
prefeito, em outubro, a primeira campanha da Pública será
institucional. A agência vai cuidar da divulgação
da ONG Transparência Internacional, que deve abrir um escritório
no Brasil. A ONG é a responsável pelo ranking mundial
de corrupção.
Thomson
compra Primark
A editora canadense Thomson Corp. comprou a Primark, provedora de
informações financeiras, por US$ 1,08 bilhão.
O negócio faz parte da estratégia da Thomson de concentrar
sua atuação na distribuição eletrônica
de notícias. O grupo faturou US$ 5,8 bilhões e é
dono do jornal canadense The Globe and Mail.
Time
ganha de Suharto
O ex-ditador da Indonésia, Haji Mohamed Suharto, perdeu o
processo que movia contra a revista Time. Suharto exigia US$ 21,5
bilhões de indenização porque a revista publicou
uma matéria dizendo que ele tem US$ 15 bilhões, fruto
de enriquecimento ilícito. Se a Time está certa ou
não, a justiça dirá. Mas o fato é que
Suharto está detido em prisão domiciliar.
Fórum
de editores
O Rio de Janeiro será palco, a partir de domingo 11, de um
evento com as maiores estrelas do jornalismo. Trata-se do 53o Congresso
Mundial de Jornais, que reunirá 500 executivos dos quatro
cantos do planeta. Em uma época em que a Nova Economia domina
a atenção de anunciantes e investidores, eles querem
mostrar que o jornal impresso continua sendo um grande negócio.
|