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FÓRUM

O fórum da Dinheiro na Web perguntou: “Qual dos dois ministros governistas tem o perfil mais adequado para se tornar o escolhido de FHC à Presi-dência da República nas próximas eleições: Malan, da Fazenda; ou Serra, da Saúde? Por quê?” Confira algumas opiniões:
  
Nenhum. Obviamente, faltam qualificações para o desempenho do cargo e, mais grave para um candidato, não existe ressonância popular. FHC é suficientemente atilado para não se vincular a um candidato sem nenhuma chance.
Luis Augusto de Barros Barreto

Acho que o candidato de FHC à sua sucessão deve ser o ministro Paulo Renato Souza, da Educação.
Alexandre Negrão

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VARIG

A Varig acha que a concorrência e o seu cliente estão em Brasília. Não percebeu também que graças à aviação o mundo e o mercado ficaram relativamente pequenos e muito competitivos.
SÉRGIO ROBERTO WALDRICH

LOBÃO

Primeiro, quero cumprimentar esta ótima revista. Gostaria, se possível, um contato com o sr. Luiz Lobão, citado na nota “Luiz Lobão volta à cena”.
PEDRO PAULO SILVEIRA
Basiléia – Suíça

O contato pode ser feito através da agência NewcommBates, pelo
telefone (11) 5503-7443.

E-COMMERCE

Na edição nº 142 da revista DINHEIRO (Web) foi publicada matéria intitulada “E-Commerce - Licitação on line”, versando sobre uma medida provisória que dispõe sobre algumas alterações no sistema de licitações. A matéria é bastante oportuna e eficaz. Faltou apenas informar o número da Medida Provisória que deu origem à matéria.
CARLOS FERNANDO DE ALMEIDA E SILVA

Nota da Redação: A Medida Provisória que modifica a Lei de Licitações é a de número 2026.


MALAN

É uma pena que DINHEIRO, tão esforçada em se impor como revista séria de negócios, tenha se desviado com o texto “Quem escolhe Malan” (edição nº 143) por um caminho de intrigas, fofocas políticas e, principalmente, de erros primários de informação. Em primeiro lugar, nunca fui nem sou candidato a presidente da República, o que já seria suficiente para poupar os leitores da revista do desvario do texto. Dizer que acalento o sonho de ser candidato não é apenas erro de informação: é alucinação de quem tem a pretensão de inventar meus sonhos. Em mais de uma ocasião, eu mesmo deixei claro para o Presidente da República que isso não me passa pela cabeça. Em segundo lugar, a revista me atribui frases que jamais proferi, mesmo informalmente. Nunca disse em lugar algum que tenho todas as qualidades para ser presidente da República. Ao contrário, tenho dito e está publicado em diversas entrevistas que não só não tenho essas qualidades como me faltam votos. Jamais proferi também a frase sobre a Libéria atribuída a mim. Referir-se em tom irônico à minha “intensa preocupação social dos últimos dias” demonstra, além da opção democrática pela crítica vazia, preguiça de pesquisar declarações semelhantes que venho fazendo há muitos anos, expressas em palestras públicas e em vários artigos e entrevistas publicados sobre o tema. Os leitores da revista não mereciam tanta falta de atenção e tão espantosa superficialidade.
PEDRO S. MALAN
Ministro da Fazenda

Nota da Redação: DINHEIRO não inventou a candidatura Malan. Todas as opiniões a respeito dela estão manifestadas em on pelos entrevistados. A primeira frase negada pelo ministro foi confirmada por interlocutores do Palácio do Planalto. A segunda, relatada a DINHEIRO por um ex-presidente do Banco Central. Procurado por DINHEIRO, o ministro Pedro Malan não quis se manifestar sobre o tema.

HABITAÇÃO

Foi com preocupação que lemos a reportagem “Subsídio – Praga volta à habitação”, na qual a revista DINHEIRO atribuiu à proposta da construção civil para erradicar o déficit habitacional o propósito de “dar dinheiro a fundo perdido para empresários”. Tal proposta também não pretende substituir o SFH por uma suposta “engenharia de subsídio, em meio a um duríssimo programa de austeridade fiscal que não poupa escolas nem hospitais”. Compreendo perfeitamente a preocupação a respeito. A proposta da construção civil de criar um SBH – Sistema Brasileiro da Habitação – não deseja tirar dinheiro público da construção de escolas e hospitais e direcioná-lo a moradia de interesse social. O que se quer é destinar recursos da sociedade para que menos pessoas vivam em condições que afrontam os direitos humanos.
SÉRGIO PORTO
Presidente do Sindicato da
Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo

STOCK OPTIONS

Reconheço que um programa de stock options que destine 200 ações aos funcionários a cada três meses é mais que um sonho. Mas ainda não estamos neste patamar. O programa da Brystol-Myers Squibb, denominado Team Share e iniciado em fevereiro de 1995, é exercido a cada três anos.
ANTONIO CARLOS SALLES
Bristol-Myers Squibb Brasil S/A – Assuntos Corporativos

 

Cartas para esta seção, com endereço, RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de Redação, DINHEIRO, Rua William Speers, 1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. Fax: (011) 3611-6411. E-mail: dinheiro@zaz.com.br As cartas poderão ser editadas em razão de seu tamanho ou incompreensão.
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