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MOEDA
FORTE
Sergio
Leo
| Foto:
Biô Barreira |
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ENGENHOSO
O ministro Francisco Dornelles, do Trabalho, anda se gabando
de ter encontrado a fórmula perfeita para evitar a
substituição de cobradores por catracas eletrônicas
nos ônibus urbanos. Trata-se de usar a velha lei, conhecidíssima
dos brasileiros, que proíbe aos passageiros conversar
com o motorista. Para quem as pessoas iriam fazer perguntas
se não existisse mais cobrador?, indaga o ministro.
SÓ
OS TOLOS
Para os que andam entusiasmados com os cartões de débito,
vai uma pequena estatística sobre o uso de meios de
pagamento apurada pelo Banco Central, no ano passado. Em média,
os brasileiros usam dinheiro e boletos todos os dias, cheque
uma vez por semana, cartão de crédito uma vez
por mês e cartão de débito uma vez a cada
seis meses. Faz lembrar a frase sarcástica de Michael
Bloomberg, o bilionário dos terminais financeiros:
Só tolos optam por transferir dinheiro para a
conta dos outros instantaneamente, quando têm outra
opção. Na média, os brasileiros
são tolos uma vez a cada seis meses.
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POR
ENQUANTO
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| Joedson
Alves |
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Pelo
menos por enquanto, a inflação não
traz dores de cabeça ao ministro Pedro Malan.
Dados da Secretaria de Política Econômica
mostram que a inflação do primeiro trimestre
do ano é a menor do período desde o início
do Plano Real. O IPCA, por exemplo, foi de 0,97% nos
três primeiros meses do ano.
O mesmo levantamento indica que os principais setores
da economia estão muito longe de atingir o pico
de atividade. Na média, a economia está
15,2% menos aquecida em relação ao seu
pico, em outubro de 1999.
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AGORA
OU NUNCA
O
mercado está reportando insistentemente que houve luta
de sabre no interior do governo em torno da criação
dos Fóruns de Competitividade. A turma da Fazenda era
contra, fez pressão, mas teve de ceder ao encanto pessoal
de Fernando Henrique pela idéia. O que se diz em São
Paulo é que se alguma política industrial não
sair agora, não sai mais.
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LUZ
NO METRÔ
Já
estão definidos os termos da parceria entre o
governo paulista e a iniciativa privada para construção
da Linha 4 do metrô paulistano. Os empresários
entram com 40% do investimento e ganham concessão
de 30 anos. É tão novo e tão potencialmente
polêmico que merece ser discutido à luz
do dia.
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SEGURANÇA
Uma
série de seqüestros relâmpagos na região
de Campinas e Indaiatuba começa a preocupar empresários
e investigadores.
APOIO
FORTE
O
terceiro setor ganhou um parceiro de peso. A consultoria McKinsey
sucesso na iniciativa privada vai selecionar,
assessorar e viabilizar 80 projetos sociais. Sem cobrar um
centavo. Basta cadastrar a idéia no site www.empreendedorsocial.org.br
As melhores propostas serão desenvolvidas por uma equipe
de 20 consultores. Projeto pronto, basta buscar investidores.
Muitos deles, por sinal, estarão patrocinando a iniciativa.
O
RETORNO
Quem
disse que a liquidação do Banorte colocou um
ponto final na saga da família Machado no mercado financeiro?
Jorge Machado, filho de Antonio, ex-controlador do banco pernambucano,
acaba de lançar o primeiro site que vende seguros online.
Machado, que já possuía uma corretora de seguros,
começa a empreitada virtual com dois parceiros de primeira
linha: Unibanco e Bradesco Seguros.
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