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MÍDIA
& CIA.
Na
marca do pênalti
A
saúde financeira da imprensa francesa anda mal das
pernas. O grupo Pathé, que atua nas áreas de
cinema e televisão, colocou o Libération à
venda. Esse caminho foi trilhado ano passado por Le Figaro
e France Soir. O primeiro foi vendido a um consórcio
anglo-americano, e o segundo ao investidor George Ghosn. O
Libération é o preferido da esquerda francesa
e já esteve em apuros financeiros em 1996. Na época,
o socorro veio justamente do Pathé, que comprou o controle
acionário por US$ 10 milhões. No entanto, o
grupo nunca teve planos de longo prazo na imprensa escrita.
Tanto que o presidente do Libé, Serge July, disse que
o grupo sempre encarou a operação como um empréstimo.
A venda do jornal será acompanhada de perto pelos funcionários,
detentores de 27% do capital da empresa.
PROPAGANDA
&
MARKETING |
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Tem a assinatura da Leo Burnett a nova campanha institucional
do Centro de Valorização da Vida (CVV).
Trata-se de um manequim simulando suicídio ao
lado da mensagem do CVV.
“Perfeito” é o nome do comercial do automóvel Corolla,
da Toyota, feito pela F/Nazca. A campanha faz parte
do investimento de mídia da marca orçado em R$ 4 milhões.
A Ghirotti & Cia. é a responsável pela campanha do novo
produto financeiro do grupo VR, o Crédito Direto VR.
Na série de anúncios, a temática do circo é explorada
fazendo uma alusão entre os malabarismos circenses e
as dificuldades em se conseguir crédito.
A DoubleClick, que tem um faturamento mundial de US$
300 milhões, iniciou suas operações no País. A empresa
quer vender espaços em sites internacionais, via Brasil.
A agência negocia banners, por exemplo, com tecnologia
que permite que o material publicitário seja exibido
apenas para brasileiros ou para pessoas que acessam
o site em horários específicos.
Quatro agências de marketing direto estão disputando
a conta Intelig. São elas a Comet RSVP, Sun MRM, Impiric
e a carioca Direto da Casa. A verba é de aproximadamente
R$ 5 milhões.
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Vôo
solo
Elizabeth
Murdoch, filha do empresário de mídia Rupert
Murdoch, vai sair do ninho paterno. No próximo mês
ela abandona a diretoria-executiva da cadeia de televisão
Sky Networks para abrir sua própria empresa. Elizabeth
não revelou o valor do investimento. No entanto, o
novo negócio terá inspiração paterna.
Ela vai criar uma companhia especializada em fornecimento
de informações e entretenimento para Internet
e televisão. A sede da empresa será na Inglaterra.
Subindo
no ranking
A
Giovanni, FCB, de Paulo Giovanni, ganhou de presente a sexta
posição no ranking nacional. Tudo porque a FCB,
parceiro americano da agência brasileira, comprou a
Bozell. Com a aquisição, o leque de contas no
Brasil, que inclui clientes como a Chrysler, foi entregue
a Giovanni. No ranking mundial, a posição da
FCB continua a mesma segundo o Advertising Age. No levantamento
da publicação, a empresa se mantém no
topo da lista americana e na terceira posição
no mundo, com um faturamento de US$ 8 bilhões.
Atores
em greve
Os
atores americanos declararam guerra às agências
de publicidade. O pomo da discórdia é a fórmula
de pagamento dos royalties na veiculação de
anúncios nas televisões a cabo, que movimenta
US$ 5 bilhões. O movimento começou com um protesto
realizado na segunda-feira 1 que agitou Nova
York. Principalmente porque contou com a adesão de
figurinhas carimbadas de Hollywood como Alec Baldwin e Richard
Dreyfuss. As agências que se propõem a
pagar US$ 2,5 mil por 13 semanas de veiculação
decidiram jogar pesado. Ameaçam usar atores
não-sindicalizados e rodar os comerciais fora dos EUA
para reduzir custos.
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