|
MÍDIA
& CIA.
Hollywood
de olho na China
A
indústria do entretenimento americana está se
preparando para desembarcar na China. Tudo porque, depois
de décadas de relações delicadas e por
vezes tensas, o comércio entre os dois países
caminha para a normalização. Para Hollywood,
significa a abertura de um mercado potencial de mais de 1
bilhão de espectadores para suas produções.
Já para as empresas de licenciamento pode representar
o fim dos piratas chineses de marcas. No entanto, um detalhe
desanima um pouco os magnatas do entretenimento. A China possui
apenas 3 mil salas de cinema, contra 38 mil nos Estados Unidos
que tem aproximadamente um quarto da população
chinesa.
PROPAGANDA
&
MARKETING |
|
A DPZ é a responsável pelo comercial do
adoçante Mid Sugar, da Ajinomoto. No filme, com
a atriz Débora Secco, a expressão popular
só amarrada é levada ao pé
da letra: os dois atores do comercial amarram Débora
para que ela prove o Mid Sugar.
O portfólio de clientes da Carillo Pastore Euro
RSCG cresceu com a aquisição da conta
institucional da Reckitt Benckiser.
Elcan Diesendruck, que por 37 anos foi representante
da Disney no País, está lançando
o livro Com Licença, pela editora Nobel. A obra
é a primeira no Brasil a tratar desse mercado
que movimenta US$ 112 bilhões no mundo.
A agência americana WPP está de olho na
inglesa Young & Rubicam. As conversas para aquisição
estão adiantadas ao ponto de os executivos estarem
definindo o nível de autonomia que as gerências
terão.
A nova campanha do banco HSBC leva a assinatura da Loducca
e chama-se Beleza. O filme mostra diversas situações
em que surgem para uma mulher oportunidades de tratamentos
de beleza. Em todos os momentos, o atrativo é
o pagamento parcelado em cartão de crédito.
|
Largada
A
UPgrade está fazendo uma aposta no mercado futuro.
A agência é a administradora da carreira do piloto
amazonense Antonio Pizzonia e já está tratando
o Jungle Boy como o garoto de 19 anos é conhecido
como o próximo Ayrton Senna. Justifica-se: Pizzonia
bateu todos os recordes de vitórias na Fórmula
Renault e deve estrear na F-1 em 2001. De olho nisso, a UPgrade
está vendendo publicidade com uma tabela sui generis:
divulgação na F-1 a preço de F-3, atual
categoria do piloto. A Pepsi e o governo do Amazonas já
compraram cotas que variam de R$ 150 mil a R$ 250 mil por
ano
Submarino
em porto novo
Mudou
de mãos uma das maiores contas do mercado de comércio
eletrônico. O site Submarino aportou na agência
Touché sua verba publicitária estimada em R$
20 milhões, que antes estava na F/Nazca.
Rio
em festa
O
mercado publicitário carioca está em festa.
Depois de 10 anos de vacas magras, as agências do Rio
registraram um aumento no faturamento de 55% nos dois primeiros
meses do ano, com relação ao mesmo período
de 1999. Ou seja, a propaganda carioca movimentou US$ 190
milhões contra US$ 122 milhões. A redenção
veio das seis companhias telefônicas com sede na cidade
Vesper, Embratel, Intelig, Telemar, ATL e Telefônica
Celular.
|