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  - nº 140
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MÍDIA & CIA.

Hollywood de olho na China

A indústria do entretenimento americana está se preparando para desembarcar na China. Tudo porque, depois de décadas de relações delicadas e por vezes tensas, o comércio entre os dois países caminha para a normalização. Para Hollywood, significa a abertura de um mercado potencial de mais de 1 bilhão de espectadores para suas produções. Já para as empresas de licenciamento pode representar o fim dos piratas chineses de marcas. No entanto, um detalhe desanima um pouco os magnatas do entretenimento. A China possui apenas 3 mil salas de cinema, contra 38 mil nos Estados Unidos – que tem aproximadamente um quarto da população chinesa.

PROPAGANDA
&
MARKETING

• A DPZ é a responsável pelo comercial do adoçante Mid Sugar, da Ajinomoto. No filme, com a atriz Débora Secco, a expressão popular “só amarrada” é levada ao pé da letra: os dois atores do comercial amarram Débora para que ela prove o Mid Sugar.

• O portfólio de clientes da Carillo Pastore Euro RSCG cresceu com a aquisição da conta institucional da Reckitt Benckiser.

• Elcan Diesendruck, que por 37 anos foi representante da Disney no País, está lançando o livro Com Licença, pela editora Nobel. A obra é a primeira no Brasil a tratar desse mercado que movimenta US$ 112 bilhões no mundo.

• A agência americana WPP está de olho na inglesa Young & Rubicam. As conversas para aquisição estão adiantadas ao ponto de os executivos estarem definindo o nível de autonomia que as gerências terão.

• A nova campanha do banco HSBC leva a assinatura da Loducca e chama-se Beleza. O filme mostra diversas situações em que surgem para uma mulher oportunidades de tratamentos de beleza. Em todos os momentos, o atrativo é o pagamento parcelado em cartão de crédito.

Largada

A UPgrade está fazendo uma aposta no mercado futuro. A agência é a administradora da carreira do piloto amazonense Antonio Pizzonia e já está tratando o Jungle Boy – como o garoto de 19 anos é conhecido – como o próximo Ayrton Senna. Justifica-se: Pizzonia bateu todos os recordes de vitórias na Fórmula Renault e deve estrear na F-1 em 2001. De olho nisso, a UPgrade está vendendo publicidade com uma tabela sui generis: divulgação na F-1 a preço de F-3, atual categoria do piloto. A Pepsi e o governo do Amazonas já compraram cotas que variam de R$ 150 mil a R$ 250 mil por ano

Submarino em porto novo

Mudou de mãos uma das maiores contas do mercado de comércio eletrônico. O site Submarino aportou na agência Touché sua verba publicitária estimada em R$ 20 milhões, que antes estava na F/Nazca.

Rio em festa

O mercado publicitário carioca está em festa. Depois de 10 anos de vacas magras, as agências do Rio registraram um aumento no faturamento de 55% nos dois primeiros meses do ano, com relação ao mesmo período de 1999. Ou seja, a propaganda carioca movimentou US$ 190 milhões contra US$ 122 milhões. A redenção veio das seis companhias telefônicas com sede na cidade – Vesper, Embratel, Intelig, Telemar, ATL e Telefônica Celular.

 

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