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MÍDIA
& CIA.
| Fotos:
AP, divulgação e sipa-press |
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Quase
bons companheiros
O ex-presidente Nelson Mandella e os atores Woody Allen e
Marlon Brando são os mais novos garotos-propaganda
da Telecom Italia. A empresa investiu US$ 49,3 milhões
na campanha publicitária que destaca o futuro da tecnologia.
Mandela doou o seu cachê para o Nelson Mandela Children
Fund, organização que financia projetos educacionais
para crianças sul-africanas. Solidária, a própria
operadora concordou em destinar parte da receita com as chamadas
locais, feitas em um dia inteiro, para o fundo. Mr. Brando
e mr. Allen, por enquanto, não aderiram à causa.
PROPAGANDA
&
MARKETING |
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É da JWT a nova campanha para a televisão
do creme dental Close Up Lemmon Mint, da Gessy Lever,
que recria uma das cenas do filme Twister. No anúncio,
um tornado se forma através da junção
dos sabores limão e menta e parece perseguir
duas picapes, pilotadas por um rapaz e uma garota.
A Full Jazz, de Christina Carvalho Pinto, venceu a concorrência
para atender a conta publicitária de lançamento
do megaempreendimento imobiliário da Y. Takaoka,
orçado em R$ 240 milhões, situado em Alphaville
(SP). Serão gastos R$ 12 milhões em ações
de marketing e comunicação.
O Lowe Group vai dividir a conta do Xenical, antes sob
responsabilidade apenas da Hoffmann-La Roche. A verba
é estimada em US$ 80 milhões para o mercado
americano. A decisão, de acordo com analistas,
leva em conta a insatisfação da Roche
com as vendas do produto. No primeiro trimestre o Xenical
rendeu US$ 153 milhões.
A MasterCard faturou o Prêmio Top de Marketing,
promovido pela ADVB, com o case Uma campanha que
não tem preço. Lançada em
agosto, as peças publicitárias foram ancoradas
no mote: Existem coisas na vida que o dinheiro
não compra; para todas as outras existe MasterCard.
A empresa disputou a indicação com outras
190 concorrentes. A entrega do prêmio ocorrerá
na terça-feira 25.
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Roupas
e ketchups
O McDonald's, quem diria, pode deixar de ser apenas sinônimo
de hambúrguer. A rede de fast-food está se utilizando
de um poderoso instrumento de marketing ao vincular sua marca
a produtos de consumo. Os simpatizantes da empresa americana
poderão, por exemplo, se vestir com uma linha de roupas
e sapatos infantis. A grife já pode ser encontrada
nas lojas da Wall-Mart, nos Estados Unidos. A coleção
de artigos se estenderá a livros e vídeos.
Oprah
nas bancas
Com
uma receita publicitária de US$ 20 milhões,
apenas para este ano, chegou às bancas o primeiro número
da revista O, The Oprah Magazine. Editada pela Hearst Corp.,
a publicação leva o nome de Oprah Winfrey. Só
no ano passado, a apresentadora mais popular dos EUA embolsou
US$ 150 milhões em suas atividades na área de
mídia e comunicação.
E
agora, Murdoch?
A
Vivendi, potência francesa que atua no setor de infra-estrutura
e comunicações, está caçando um
parceiro de peso. O presidente do conselho da empresa, Jean-Marie
Messier, quer trazer para seus quadros ninguém menos
do que o australiano Rupert Murdoch, dono da News Corp. A
idéia é agregar à Vivendi os serviços
de tevê digital da empresa de Murdoch. Hoje, a companhia
pilotada por Messier é dona do maior grupo de tevê
paga da Europa, líder em produções para
tevê e filmes, possui editoras, atua na Internet e também
é a segunda companhia em telefonia fixa da França.
Seus negócios na área de comunicação
estão avaliados em US$ 57 bilhões. Em 1999,
Murdoch recebeu monsieur Messier para uma conversa mas não
deu muitas esperanças ao grupo francês. Agora,
acredita Messier, os tempos são outros. Ainda mais
depois da proposta de fusão entre a America on Line
e a Time Warner.
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