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  - nº 139
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MÍDIA & CIA.

Fotos: AP, divulgação e sipa-press

Quase bons companheiros
O ex-presidente Nelson Mandella e os atores Woody Allen e Marlon Brando são os mais novos garotos-propaganda da Telecom Italia. A empresa investiu US$ 49,3 milhões na campanha publicitária que destaca o futuro da tecnologia. Mandela doou o seu cachê para o Nelson Mandela Children Fund, organização que financia projetos educacionais para crianças sul-africanas. Solidária, a própria operadora concordou em destinar parte da receita com as chamadas locais, feitas em um dia inteiro, para o fundo. Mr. Brando e mr. Allen, por enquanto, não aderiram à causa.

PROPAGANDA
&
MARKETING

• É da JWT a nova campanha para a televisão do creme dental Close Up Lemmon Mint, da Gessy Lever, que recria uma das cenas do filme Twister. No anúncio, um tornado se forma através da junção dos sabores limão e menta e parece perseguir duas picapes, pilotadas por um rapaz e uma garota.

• A Full Jazz, de Christina Carvalho Pinto, venceu a concorrência para atender a conta publicitária de lançamento do megaempreendimento imobiliário da Y. Takaoka, orçado em R$ 240 milhões, situado em Alphaville (SP). Serão gastos R$ 12 milhões em ações de marketing e comunicação.

• O Lowe Group vai dividir a conta do Xenical, antes sob responsabilidade apenas da Hoffmann-La Roche. A verba é estimada em US$ 80 milhões para o mercado americano. A decisão, de acordo com analistas, leva em conta a insatisfação da Roche com as vendas do produto. No primeiro trimestre o Xenical rendeu US$ 153 milhões.

• A MasterCard faturou o Prêmio Top de Marketing, promovido pela ADVB, com o case “Uma campanha que não tem preço”. Lançada em agosto, as peças publicitárias foram ancoradas no mote: “Existem coisas na vida que o dinheiro não compra; para todas as outras existe MasterCard”. A empresa disputou a indicação com outras 190 concorrentes. A entrega do prêmio ocorrerá na terça-feira 25.

Roupas e ketchups
O McDonald's, quem diria, pode deixar de ser apenas sinônimo de hambúrguer. A rede de fast-food está se utilizando de um poderoso instrumento de marketing ao vincular sua marca a produtos de consumo. Os simpatizantes da empresa americana poderão, por exemplo, se vestir com uma linha de roupas e sapatos infantis. A grife já pode ser encontrada nas lojas da Wall-Mart, nos Estados Unidos. A coleção de artigos se estenderá a livros e vídeos.

Oprah nas bancas
Com uma receita publicitária de US$ 20 milhões, apenas para este ano, chegou às bancas o primeiro número da revista O, The Oprah Magazine. Editada pela Hearst Corp., a publicação leva o nome de Oprah Winfrey. Só no ano passado, a apresentadora mais popular dos EUA embolsou US$ 150 milhões em suas atividades na área de mídia e comunicação.

E agora, Murdoch?
A Vivendi, potência francesa que atua no setor de infra-estrutura e comunicações, está caçando um parceiro de peso. O presidente do conselho da empresa, Jean-Marie Messier, quer trazer para seus quadros ninguém menos do que o australiano Rupert Murdoch, dono da News Corp. A idéia é agregar à Vivendi os serviços de tevê digital da empresa de Murdoch. Hoje, a companhia pilotada por Messier é dona do maior grupo de tevê paga da Europa, líder em produções para tevê e filmes, possui editoras, atua na Internet e também é a segunda companhia em telefonia fixa da França. Seus negócios na área de comunicação estão avaliados em US$ 57 bilhões. Em 1999, Murdoch recebeu monsieur Messier para uma conversa mas não deu muitas esperanças ao grupo francês. Agora, acredita Messier, os tempos são outros. Ainda mais depois da proposta de fusão entre a America on Line e a Time Warner.

 


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