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DINHEIRO DA
REDAÇÃO
Novidade
digital
Luiz Fernando Sá
Com menos de três anos de vida, DINHEIRO nasceu sob a
égide da era digital. E desde as suas primeiras edições
tem mergulhado nas transformações que a economia
e os negócios têm sofrido em função
do avanço da tecnologia. No alucinado ritmo da indústria
de tecnologia, a equipe da revista levou os leitores ao coração
de empresas como Microsoft, Cisco, HP, Dell, America OnLine e
tantas outras que estão fazendo a história de nossos
tempos e colocou-os em sintonia com as tendências mais modernas
de um setor que não pára de se reinventar - o exemplo
mais recente é a corrida pelo acesso gratuito à
Internet, deflagrada por uma reportagem de DINHEIRO.
A partir desta semana, a economia digital ganha ainda mais destaque
na revista com o surgimento da seção e-Commerce.
Sua missão é tornar o leitor ainda mais informado
e familiarizado com uma era que está mudando radicalmente
conceitos seculares, um tempo em que as empresas já nascem
valendo milhões, avaliadas não pelo que são,
mas pelo que podem vir a ser. O novo modelo é ao mesmo
tempo excitante e inquietante. Acostumados a parâmetros
sólidos como os tijolos das fábricas, cada vez mais
o executivo, o empresário e o investidor se deparam com
a necessidade de exercitar sua veia visionária, de projetar
um futuro que insiste em chegar logo no minuto seguinte, trazido
por mentes iluminadas e pela prosperidade sem precedentes do mundo
tecnológico. O universo da seção e-Commerce,
hoje, parece inesgotável. E incrivelmente rico. Somente
no Brasil - apontado por investidores do mundo todo como a nova
grande fronteira para negócios na Internet - por exemplo,
há mais de US$ 8 bilhões de dólares flanando
em busca de idéias e projetos inovadores. Outro US$ 1,5
bilhão já encontrou seu destino e começa
a gerar, aqui, a saudável febre digital.
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