16 de fevereiro de 2000 - nº 129 









DINHEIRO DA REDAÇÃO
Novidade digital

Luiz Fernando Sá

Com menos de três anos de vida, DINHEIRO nasceu sob a égide da era digital. E desde as suas primeiras edições tem mergulhado nas transformações que a economia e os negócios têm sofrido em função do avanço da tecnologia. No alucinado ritmo da indústria de tecnologia, a equipe da revista levou os leitores ao coração de empresas como Microsoft, Cisco, HP, Dell, America OnLine e tantas outras que estão fazendo a história de nossos tempos e colocou-os em sintonia com as tendências mais modernas de um setor que não pára de se reinventar - o exemplo mais recente é a corrida pelo acesso gratuito à Internet, deflagrada por uma reportagem de DINHEIRO.

A partir desta semana, a economia digital ganha ainda mais destaque na revista com o surgimento da seção e-Commerce. Sua missão é tornar o leitor ainda mais informado e familiarizado com uma era que está mudando radicalmente conceitos seculares, um tempo em que as empresas já nascem valendo milhões, avaliadas não pelo que são, mas pelo que podem vir a ser. O novo modelo é ao mesmo tempo excitante e inquietante. Acostumados a parâmetros sólidos como os tijolos das fábricas, cada vez mais o executivo, o empresário e o investidor se deparam com a necessidade de exercitar sua veia visionária, de projetar um futuro que insiste em chegar logo no minuto seguinte, trazido por mentes iluminadas e pela prosperidade sem precedentes do mundo tecnológico. O universo da seção e-Commerce, hoje, parece inesgotável. E incrivelmente rico. Somente no Brasil - apontado por investidores do mundo todo como a nova grande fronteira para negócios na Internet - por exemplo, há mais de US$ 8 bilhões de dólares flanando em busca de idéias e projetos inovadores. Outro US$ 1,5 bilhão já encontrou seu destino e começa a gerar, aqui, a saudável febre digital.

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